Enzimas
são pequenas moléculas de proteínas, impossíveis
de serem manufatu-radas sinteticamente em laboratório,
sem as quais a vida seria inoperante. A elas cabe promover e acelerar
(catalisar) todas as reações químicas do
organismo e as comunicações intracelulares protagonizadas
pelo sistema endócrino. Por
isso se diz que tão necessário quanto o trabalho
manual dos operários para edificar uma casa é a
ação enzimática para a construção
e vitalidade do organismo animal e vegetal.
São
as enzimas que determinam a qualidade do funcionamento dos órgãos,
tecidos, células e do andar, digerir, dormir, falar, procriar,
raciocinar, respirar etc. Segundo o Dr. Edward Howell, autor de
Enzyme Nutrition:
Através
das enzimas podemos calcular a energia vital de um organismo.
O que chamamos vitalidade, força vital, energia vital,
atividade vital, energia nervosa, força, resistência
vital, energia de vida etc., são sinônimos de atividade
enzimática, valor enzimático, energia enzimática,
vitalidade enzimática ou conteúdo enzimático.
Pela
dificuldade em manter suas estruturas tridimensionais no meio
de todas as reações químicas que acontecem
dentro de uma célula (cada célula é portadora
de umas 100.000 enzimas), muitas têm pouco tempo de vida
e se degradam com facilidade.
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Principais
Funções das Enzimas
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Reduzir a barreira de energia que mantém os átomos
afastados entre si, impedindo-os de:
- entrar em reação espontânea;
- induzir outras reações etc.
Desestabilizar
a molécula para que ela possa ser:
- decomposta em seus elementos constituintes;
- transformada em outra substância etc.
Promover:
- a neutralização de radicais livres;
- a regeneração celular e tissular;
- a respiração e metabolismo celular;
- a síntese do DNA, RNA, novas células, moléculas
etc.;
- a reparação do DNA, células e tecidos danificados;
- a remoção das células cancerígenas,
envelhecidas, despedaçadas, vírus, bactérias,
toxinas etc.
No
caso de qualquer deficiência ou disfunção
enzimática, os processos metabólicos a ela relacionados
serão debilitados e irão gerar disfunções
e processos degenerativos.
Presentes
nos alimentos crus, pouco cozidos, germinados e fermentados. Teorica-mente,
as primeiras responsáveis pela decomposição
dos alimentos são extermi-nadas pela temperatura elevada
(pasteurização), manipulação (alimentos
industria-lizados), radiação (microondas), metais
pesados, conservantes etc.
Produzidas
e
secretadas pela boca, estômago, pâncreas, vesícula
e intestinos, ajudam a finalizar a decomposição
dos alimentos para que seus elementos constituintes se tornem
biodisponíveis e tentam garantir que cheguem aos intestinos
como macromoléculas e não venham a produzir focos
inflamatórios.
Dependem do status nutricional, do grau de poluição
do organismo, dos níveis de estresse físico, emocional
e mental, das condições do código genético
e do meio ambiente intra e extracelular e corpóreo.
Produzidas
pelo próprio organismo, atuam sobre o metabolismo do sangue,
linfa, células, neurônios, órgãos,
tecidos etc. Dependem não apenas do status
nutricional, do grau de poluição do organismo, dos
níveis de estresse físico, emocional e mental, das
condições do código genético e do
meio ambiente intra e extracelular e corpór-eo, como também
da demanda
imposta pelo processo digestivo
que, devido À deficiência
das enzimas digestivas, pode convocá-las em
detrimento do desempenho das funções que lhes cabem.
As
enzimas digestivas têm origem nos alimentos, nas secreções
digestivas e, quando necessário, na suplementação
alimentar.
A
partir do momento em que o alimento entra na boca, supõe-se
que as enzimas comecem a agir sobre eles para que suas moléculas
sejam decompostas em seus elementos constituintes e se tornem
biodisponíveis, passíveis de serem absorvidas pela
mucosa do trato gastrintestinal e membranas celulares.
Inicialmente,
os alimentos repousam na parte superior do estômago
setor cardíaco ou fúndico , entre 30 e 90
minutos, de acordo com o tempo necessário para serem fundidos
pelas enzimas dos alimentos e da saliva, a pitialina, que atuam
sobre os carboidratos. A pepsina, secretada pelo estômago
para decompor as proteínas, aparece aos poucos. Nessa fase
não existe movimento peristáltico nem a presença
do ácido clorídrico, que só aparece na hora
de inibir a ação das enzimas e promover o movimento
peristáltico, que ajuda a homogeneizar o bolo alimentar,
que passa a ser submetido à corrosão desse ácido.
A
exposição dos alimentos a essa primeira ação
enzimática determina o quanto de enzimas metabólicas
será drenado do pâncreas e, muitas vezes, de outras
partes do organismo, e de nutracêuticos absorvidos dos alimentos.
Dependendo da qualidade e quantidade das enzimas presentes na
saliva e nos alimentos, somos capazes de digerir até 60%
dos amidos, 30% das proteínas e 10% das gorduras nessa
primeira fase.
Sob
o ponto de vista do organismo, o processo digestivo é o
de maior prioridade. O estímulo que os alimentos exercem
sobre o potencial enzimático do corpo é de tal ordem
que, quando necessário, drena uma quantidade de enzima
muitas vezes superior a que lhe caberia, em detrimento de outros
metabolismos que, embora vitais, passam a ser de menor importância
até que os alimentos pelo menos atinjam o intestino grosso.
Tão
logo o bolo alimentar chega ao intestino delgado, o pâncreas
precisa liberar enzimas digestivas em quantidade suficiente para
que a decomposição dos alimentos e a biodisponibilidade
de seus elementos constitutivos sejam alcançadas. Isso
significa que quanto mais pré-digeridos os alimentos aí
chegarem, menos enzimas o pâncreas será obrigado
a produzir e secretar.
Se
os alimentos se apresentarem com um grau de decomposição
incompatível com o início dessa última fase
da digestão, o pâncreas terá de despender
um esforço descomunal para produzir enzimas em quantidades
maiores do que a sua capacidade normal, para que pelo menos parte
dos alimentos possa ser decomposta.
Havendo a necessidade de enzimas em quantidades que excedem a
capacidade de produção do pâncreas, enzimas
metabólicas são drenadas de outras partes do organismo
e transformadas em digestivas, representando trabalho extra para
o pâncreas. Quando essa situação se torna
crônica, paulatinamente o pâncreas aumenta de tamanho,
como um músculo exercitado.
No
que diz respeito à digestão, não faz diferença
alguma se o pâncreas está secretando enzimas de origem
metabólica ou não. O aumento do volume do pâncreas
talvez também não venha a causar maiores danos.
Quem
mais sofre com o confisco das enzimas metabólicas são
os outros órgãos e tecidos (artérias, cartilagem,
cérebro, coração, ligamentos, nervos, pulmões,
rins, tendões etc.), cuja desaceleração metabólica
diminui a plenitude do desempenho de suas funções,
sistemas envolvidos (cardíaco, hepático, hormonal,
nervoso, reprodutivo, respiratório, imunitário etc.)
e reações mentais, psíquicas e emocionais.
Para
se manter a qualidade de vida em altos níveis e garantir
uma longevidade com qualidade, é indispensável,
desde sempre, economizar enzimas durante a digestão, pois
isso se reverte em grandes ganhos para outros processos metabólicos.
A qualidade do sono é muito melhor e dorme-se menos.
A
recuperação da saúde, do equilíbrio
homeostático do organismo e as respostas
a situações de estresse são mais rápidas.
As
comunicações hormonais, neurais e as respostas do
sistema imunológico são mais eficientes, precisas
e instantâneas.
O organismo se torna menos vulnerável à invasão
de microrganismos patogênicos e ao acúmulo de células
cancerosas sob a forma de tumores.
Os processos de restauração e revitalização
do DNA, das células, dos órgãos, dos tecidos
e dos sistemas são acelerados.
Os processos inflamatórios, alérgicos, auto-imunes,
degenerativos e as disfunções metabólicas
tornam-se mais raros.
Vive-se com mais vitalidade, com maior sensação
de bem-estar e um bom humor mais estável.
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Conseqüências
da Suplementação Enzimática
|
| Garantir |
A
decomposição dos alimentos desprovidos de enzimas
e, consentemente, maior biodisponibilidade dos nutrientes |
| Retirar |
A
sobrecarga do pâncreas, que teria de produzir quantidades
extras de enzimas |
| Reduzir |
A
possibilidade de focos inflamatórios no trato gastrintestinal,
que podem vir a se tornar infecciosos, em conseqüência
dos alimentos mal digeridos. |
| Diminuir |
O
estresse que o processo digestivo de alimentos carentes
de enzimas ou incompatíveis entre si ou com quem
os está ingerindo impõe a todo o organismo
e, em particular, ao:
Pâncreas
Quanto menos sobrecarregado, melhor controle terá
sobre a produção e qualidade das enzimas digestivas
e das secreções pancreáticas, como
a insulina.
Intestino
Grosso
Moléculas não totalmente digeridas no bolo
alimentar causam disbiose à flora intestinal, irritação
nas paredes intestinais provocando focos inflamatórios
que põem em risco a integridade da mucosa, polarizam
o sistema imunitário a ponto de desvirtuá-lo
de outras funções (ex: eliminação
das células cancerosas antes que se aglomerem em
tumores; eliminação das células oxidadas
das cartilagens antes que gerem crises de artrite, ou dos
músculos antes que quadros de fibromialgia se instalem)
e de exauri-lo, provocando quadros de imunodeficiência
(Aids).
Sistema
Imune
- A ausência de enzimas nos alimentos lhe impõe,
automaticamente, o estado de alerta imediato aumento
do número dos leucócitos (glóbulos
brancos) na corrente sanguínea, como que prevendo
o aparecimento de moléculas mal digeridas nos intestinos,
também conhecida como leucocitose digestiva.
Na verdade, os focos inflamatórios tendem a danificar
a parede dos intestinos que, ao perder a perfeita permeabilidade,
permite que qualquer macromolécula ou toxina alcance
a corrente sanguínea e, nesse caso, quem vai ter
de digeri-las (fagocitá-las) é
o sistema imunológico.
|
|
As
Enzimas Metabólicas Antioxidantes
|
Como
mecanismo de defesa natural, o corpo sintetiza enzimas de natureza
antioxidante superóxido dismutase, catalase e glutadiona
peroxidase próprios
à neutralização dos radicais livres de origens
metabólicas.
Qualquer
problema de síntese ou ativação dessas enzimas
e a presença de radicais livres em número superior
ao dos antioxidantes gera quadros de estresse oxidante, cujas
conseqüências são imprevisíveis.
Os
elementos químicos ingeridos, inalados ou assimilados
pela pele , que se acumulam no organismo, inibem a síntese
e o metabolismo enzimático, ao mesmo tempo em que criam
grandes exércitos de radicais livres contra os quais a
produção de antioxidantes endógenos acaba
não sendo suficientes para:
Proteger e retificar as membranas das células e das organelas
oxidadas.
Proteger e restaurar a integridade do DNA e RNA que necessitam
de reparo imediato após serem bombardeados pelos radicais
livres.
Com
a repetição de cenas de estresse oxidante, as células,
em particular as do sistema imunológico mais ricas
em lipídios e, conseqüentemente, mais vulneráveis
à oxidação , vão perdendo suas
reservas enzimáticas. Com o processo metabólico
se desacelerando, a capacidade de nutrição e desintoxicação
celular diminui. Conseqüentemente aceleram-se os processos
de degenerescência e as disfunções sistêmicas.
As
células cancerosas são células defeituosas,
cujo DNA, por falta de enzima, não
foi reparado após ter sido bombardeado por radicais livres.
Diante da ausência de enzimas que freiem seu processo reprodutivo
e de um sistema imunológico incapaz de eliminá-las,
passam a se aglomerar sob a forma de tumores.
|
Principais
Causas da Deficiência Enzimática
|
Avaria
do gene onde se encontra inscrita a formatação,
função e mecanismos de ação das enzimas.
Deficiência
dietética insuficiência de aminoácidos, vitaminas
ou minerais promovem deficiências estruturais e metabólicas
nas enzimas.
Estresse
físico, emocional e mental causados pela poluição
ambiental, medicamentos, exercícios extenuantes, quadros
doentios, pressões sociais ou financeiras, trauma, morte
de um ente querido etc.
Fatores
de inibição subnutrição celular, mudanças
no pH ou temperatura, interferências de natureza bioquímica,
eletromagnética, radioativa ou geopática, que tanto
podem inibir a síntese como a expressão enzimática.
|
Conseqüências
da Deficiência Enzimática
|
Acne
Alergias
Angustia
Ansiedade
Arteriosclerose
Aterosclerose
Artrite reumatóide
Azia
Bursite
Câncer
Candidíase
Cansaço
Cistos fibróides
Colesterol alto
Deficiência imunológica
Depressão
Desequilíbrio hormonal
Diabetes
Diarréia crônica
Distensões
Doenças auto-imunes
Dores lombares
Dores musculares
Envelhecimento
Envenenamento
Fadiga crônica
Falta de concentração
Falta de coordenação
motora
Falta de impulso sexual
Falta de resistência física
Fibromialgia
Ganho de peso
Gases
Hipoglicemia
Hipotiroidismo
Herpes imunodeficiência (Aids) |
Indigestão
Infecção crônica
Inflamação crônica
Intolerância alimentar
Irritação
Má cicatrização
Má coagulação
Mal-estar
Mau humor
Múltipla esclerose
Nódulos (todos os tipos)
Obesidade
Pensamentos confusos
Peso no estômago
Perda da memória
Perda de massa muscular
Perda óssea
Pressão alta
Prisão de ventre crônica
Problemas da menopausa
Problemas de memória
Problemas de pele
Problemas circulatórios
Problemas cognitivos
Problemas gastrintestinais
Queda de cabelos
Resfriados
Rugas
Sangramentos
Sonolência durante o dia
Tendinite
Tumores
Trombose
Varizes
Viroses
|
Promover
disfunções orgânicas relacionadas à
debilidade enzimática é algo que, em sã consciência,
ninguém almeja, mas das quais, por ignorância, ninguém
está livre!
|
A
Suplementação Enzimática
|
Nos
casos de deficiência enzimática,
elas podem ser adquiridas através da suplementação
alimentar. Terapias enzimáticas já são hoje
bastante desenvolvidas
e utilizadas, com surpreendentes resultados, por profissionais
da saúde mais informados e, certamente, frustrados diante
das limitações da medicina ortodoxa fármaco-dependente.
|
Algumas
Conseqüências da Suplementação
Enzimática
|
Melhor
digestão e maior leveza no estômago após as
refeições.
Menor
produção ou completa ausência de gases.
Evacuação
mais completa e freqüente.
Melhor
qualidade e menos necessidade de sono.
Melhores
níveis de energia física.
Maior
capacidade de alerta e das faculdades mentais.
Menores
chances de:
-
Focos inflamatórios e infecciosos.
-
Reações
alérgicas ou de intolerância alimentar.
-
Mudanças
no meio ambiente intra e extracelular.
-
Células
cancerosas se acumularem como tumores.
-
Problemas
relacionados à deficiência ou exaustão do
sistema imunitário.
|
A
Aloe Vera Como Suplemento Enzimático
|
O
processo digestivo, a exposição ao calor, o trabalho
intelectual, os exercícios físicos, o ato sexual
ou qualquer ação do organismo consome enzimas. O
segredo, no entanto, é nutri-las devidamente e poupá-las
o máximo possível para que não produzam desequilíbrios
que tornem o organismo vulnerável a doenças e processos
degenerativos ou que se esgotem, nos levando à morte.
A
riqueza enzimática do gel da Aloe
vera
certamente contribui para sua fama de alimento tonificante e de
santo remédio contra a má digestão.
Ingerido como aperitivo antes das refeições ou como
um digestivo logo após as mesmas, o gel da Aloe
vera
se não elimina pelo menos ameniza os problemas de acidez,
inflamação
e infecção microbiótica.
As
mudanças na vida daqueles que o adotam como alimento funcional
são surpreendentes. Livrar-se dos antiácidos, dos
analgésicos e dos antiinflamatórios,
os três fármacos mais consumidos pela população
mundial, é o maior presente para quem até hoje deles
dependeram por falta de compreensão da causa e de uma solução
mais saudável e reversiva, não paliativa.
Se
ainda pouco se sabe sobre as enzimas, que dirá sobre a
função das 92 identificadas na Aloe
vera.
A maioria dos benefícios hoje creditados às terapias
enzimáticas, porém, é bastante semelhante
àqueles que há centenas de anos lhe são atribuídos.
Muitas
das enzimas alimentares, ao contrário do que as teorias
nutricionais têm postulado, não são destruídas
pelo ácido clorídrico, mas sim inativadas até
que as secreções alcalinas e a mudança de
pH, a partir do duodeno, venham reativá-las.
O processo de estabilização do gel da Aloe
vera
também precisa ser baseado na inativação
temporária de suas enzimas.
A
Aloe
vera,
além de enzimática, é rica em matéria-prima
necessária à síntese de enzimas endógenas
aminoácidos, co-enzimas e co-fatores enzimáticos
(vitaminas e minerais) em altíssimo grau de biodisponibilidade,
devido ao estado de hidrolisação em que se encontram.
|
Enzimas
Identificadas na Aloe Vera
|
| Aliiase
|
|
| Amilases |
Enzimas
responsáveis pela digestão dos carboidratos. |
| Bradiquinase
|
Analgésica,
antiinflamatória e imunoestimulante. |
| Carboxipeptidase
|
Antiinflamatória. |
| Catalase |
Antioxidante
e reguladora dos líquidos. |
| Celulases |
Decompõe
a celuloses. |
| DT-diaforase
(DTD) |
Antioxidante
que atua dentro das células tumoradas. |
| Fosfatase
alcalina |
Hepatometabólica. |
| Glutadiona
peroxidase (GPX) |
Antioxidante.
Neutraliza o peróxido de hidrogênio juntamente
com o selênio. |
| Glutadiona
redutase (GR) |
Antioxidante.
Inibe a formação de radicais livres. Ajuda a
eliminação dos metais pesados e substâncias
químicas. Combate os maus efeitos da quimioterapia. |
| Glutationa
S-transferase (GST) |
Antioxidante
com amplo espectro de ação sobre a desintoxicação
do fígado. |
| Hidrogenase
lactica |
Na
ausência de quantidades suficientes de oxigênio,
catalisa a conversão do ácido pirúvico
em láctico. |
| Lípases
|
Enzimas
responsáveis pela digestão das gorduras. |
| Nucleotidase
|
Ativa
o núcleo das células. |
| Proteases
|
Enzimas
responsáveis pela digestão das proteínas. |
| Redutase
NADH-citocromo b5 |
Isoenzimas
que promovem a eliminação de xenobióticos
do fígado dos animais e dos tecidos extra-hepáticos
dos humanos. |
| Redutase
NADPH-citocromo P450 |
Isoenzimas
que promovem a eliminação de xenobióticos
do fígado dos animais e dos tecidos extra-hepáticos
dos humanos. |
Transaminases
Alanina SGP e Aspartato SGO |
Hepatometabólicas. |
Superóxido
dismutase (SOD) |
Fortes
antioxidantes endógenos. Existem sete tipos de SOD
dois têm o manganês como co-fator e cinco
têm o cobre-zinco.
|
Melhor
prova do altíssimo potencial enzimático da Aloe
vera encontra-se no fato
dela ser, há milênios, reconhecida por seu potencial
de acelerar:
As
três fases do processo digestivo digestão,
assimilação e eliminação das fezes.
A
reconstituição do colágeno e da elastina
da pele, mucosas, tendões, ligamentos...
A
neutralização dos radicais livres e o reparo dos
danos que tenham causado.
O combate aos processos inflamatórios e infecciosos.
O
interesse por garantir a boa digestão e economizar enzimas
deve ser cultivado desde a mais tenra idade, adotando-se como
hábito de higiene, tal qual lavar os dentes após
as refeições, a ingestão de:
-
1 colherinha de café do gel de Aloe vera,
tão logo a criança comece a comer alimentos cozidos
e processados.
-
1 cálice de licor, para os adultos glutões.
A
cada um há de descobrir o que mais convém a seu
filho e a si próprio.
Para
verificar a ação de proteção enzimática
do gel da Aloe vera em caso de expo-sição
à radiação, um grupo de cientistas egípcios
observou o antioxidante enzi-mático, superóxido
dismutase (SOD), nos tecidos dos pulmões, rins e fígado
dos animais.
Após
a exposição à radiação, verificaram
não apenas que seus níveis foram normalizados como
também os da glicose no sangue, sem que os de insulina
tenham se elevado. Ao que os pesquisadores concluíram que
a relação sinérgica entre os elementos constituintes
da Aloe vera são de grande importância
para que
a integridade do status dos antioxidantes no organismo humano
e animal sejam mantidos.
Se
elementos estranhos, como elementos químicos, metais pesados
ou qualquer agente gerador de radicais livres como os que hoje
contaminam os alimentos e o meio ambiente, encostam nas paredes
do trato gastrintestinal, o sistema imunitário precisará
convocar um batalhão de enzimas antioxidantes para ajudá-lo.
E a Aloe vera também será de grande
auxílio nesse quesito.
|
Do
Livro Saúde
& Beleza Forever,
de Mônica Lacombe Camargo
- Edição
Esgotada -
|
REFERÊNCIAS:
(1)
Howell E. Enzyme Nutrition. Avery Publishing Group Inc., Wayne,
New Jersy, 1988.
(2)
Saada HN, Ussama ZS, Mahdy AM. Department of Radiation Biology,
National Center for Radiation Research and Technology, Atomic
Energy Authority, Cairo, Egypt. Effectiveness of Aloe vera on
the antioxidant status of different tissues in irradiated rats.
Pharmazie. 2003 Dec;58(12):929-31.
(3)
Esteban A, Zapata JM, Casano L, Martin M, Sabater B. Departamento
de Biologia Vegetal, Universidad de Alcalá, Alcalá
de Henares, Madrid, Spain. Peroxidase activity in Aloe barbadensis
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Lee
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