Vacinação x Imunidade
 
       
       
       
     
 
VACINAÇÃO X IMUNIDADE
Por Mônica Lacombe Camargo


Coulter também cita Thomas River que, em 1935, já fazia referência à alergia encefálica resultante da infecção viral ou bacteriológica do sistema nervoso:

Desde 1926 já se sabe que a vacinação produz encefalite. Nas regiões onde a vacinação em massa não é organizada, a paralisia é rara... É impossível negar a conexão entre as vacinas e a encefalite que as acompanha.

Desordens e Doenças Relacionadas à Vacinação

Alergias
Ataques
Ataxia/apraxia
Autismo
Cegueira
Confusão mental
Convulsões
Deficiência de atenção
Diabetes
Dificuldade de aprendizado
Diminuição do QI
Dislexia
Doença de Alzheimer
Doenças auto-imunes
Encefalite
Epilepsia
Esclerose múltipla
Hiperatividade
Lúpus
Paralisia meningocócica
Paralisia pelo vírus da pólio
Retardamento mental
Reumatismo
Síndrome da morte súbita infantil
Síndrome de Gullain Marre
Surdez
Tumor cerebral (SV-40)

- Connolly, J H, Dick, G W, Field, CM, "A Case of Fatal Progressive Vaccinia", Brit Med Jour, 12 May 1962; 5288:1315-1317.
- Flahault A, "Sudden infant death syndrome and diphtheria/tetanus toxoid/pertussis/poliomyelitis immunisation.", Lancet 1988 Mar 12;1(8585):582-583.
- Fulginiti, V, "Sudden Infant Death Syndrome, Diphtheria-Tetanus Toxoid-Pertussis Vaccination and Visits to the Doctor: Chance Association or Cause and Effect?", Pediatr Infect Disorder, Jan-Feb 1983, 2(1): 7-11.
- Goetzeler, A, "Fatal Encephalitis after Poliomyelitis Vaccination", 22 Jun 1961, Muenchen Med Wschr, 102:1419-1422.
- Larbre, Fetal, "Fatal Acute Myocarditis After Smallpox Vaccination", Pediatrie, Apr-May 1966, 21:345-350.
- Moblus, G et al, "Pathological-Anatomical Findings in Cases of Death Following Poliomyelitis and DPT Vaccination", Dtsch Gesundheitsw, Jul 20, 1972, 27:1382-1386.
- Mortimer EA Jr, "DTP and SIDS: when data differ", Am J Public Health 1987 Aug; 77(8):925-926.
- Na, "DPT Vaccination and Sudden Infant Death - Tennessee, US Dept HEW, MMWR Report, Mar 23, 1979, vol 28(11): 132.
- NA, "Immunizations and Cot Deaths", Lancet, Sept 25, 1982, np.
- Reynolds, E, "Fatal Outcome of a Case of Eczema Vaccinatum", Lancet, 24 Sept 1960, 2:684-686.
- Stewart GT, "Deaths of infants after triple vaccine.", Lancet 1979 Aug 18;2(8138):354-355.
(24)Horowitz, C. "Immunizations and Informed Consent". Mothering, Winter/83.
(25)Coulter H L, Vaccination, Social Violence and Criminality, 1990, North Atlantic Books, Berkeley, CA, p 154.
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Nos Estados Unidos, as estatísticas que quantificam os efeitos colaterais relativos às vacinas ainda são modestas, já que só em 1991 o FDA implementou o Vaccine Adverse Effect Reporting System (VAERS). E poucos ainda são os médicos que se reportam a ele - apenas 2,5% dos pediatras de Nova York, por exemplo, adquiriram
o hábito de informar o número de mortes e danos subseqüentes à vacinação que testemunharam em suas clínicas. Mesmo assim, entre 1992 e 1996, 33 mil casos foram enca-minhados ao VAERS - um número impossível de ser ignorado.
É igualmente inadmissível que os pediatras nem mesmo ventilam, junto aos pais, os riscos que as crianças correm ao serem vacinadas, embora inúmeros não vacinem seus filhos e se recusarem a ser vacinados - de acordo com o Journal of the American Medical Association, de fevereiro de 1981, 90% dos obstetras e 66% dos pediatras recusaram-se receber a vacina contra rubéola, por exemplo.

Em relação à vacina da gripe, é conveniente ouvirmos a opinião de Hugh Fudenberg, um dos principais imunogeneticistas atuais:

Os indivíduos que receberam cinco vacinas consecutivas contra a gripe entre 1970 e 1980 estão 10 vezes mais vulneráveis à doença de Alzheimer do que aqueles que receberam apenas uma, duas ou nenhuma vacina... devido ao mercúrio e ao alumínio que existe em todas elas, pois o acúmulo do mercúrio e do alumínio no cérebro causa disfunções cognitivas.


IMUNIZAÇÃO
Natural x Artificial

Imunização natural é o processo de resistência que se adquire contra biótico patogênico depois que esses atravessaram uma série de barreiras de defesa naturais do organismo (nariz, garganta, pulmões, trato gastrintestinal), ao longo das quais encontram inúmeras células do sistema imune não específico.

Isso significa que os patógenos que não foram detidos pelo caminho e alcançam a corrente sangüínea, já estão sendo esperados pelas células do sistema imunológico específico (linfócitos) e, portanto, tiveram tempo de se preparar para o confronto com toda a destreza e eficiência que lhes cabe.

É fundamental que se compreenda que a verdadeira imunidade de um organismo depende não só do seu status nutricional e do pH dos líquidos extracelulares, mas sobretudo da perfeita maturidade do sistema imune. O amadurecimento, porém, só é possível sde ser alcançado após passar pela seqüência de eventos biológicos acima mencionados.

Quanto mais o organismo pratica sua capacidade de descriminação e combate, maior o arquivo de estratégias e mecanismos bem sucedidos gravado na memória de suas células. Ou seja, quanto mais desenvolvido e experiente, menos vulnerável será o sistema imune desse organismo.

Não há dúvida que os "períodos de aprendizado" são acompanhados de um certo
mal estar, febre etc. Por isso tanto as doenças infantis, como uma simples gripe, têm um ciclo natural definido e bem conhecido pelos médicos. E, a partir do momento que o organismo recebe os devidos cuidados, ele sairá da crise muito mais fortalecido e naturalmente imune àquele vírus.

Por outro lado, a vacinação (imunização artificial), ao provocar o súbito aparecimento do vírus, faz com que os linfócitos, pegos de surpresa, estejam presentes em menor número sejam e, obviamente, reajam de maneira precipitada/imatura. O que explica os níveis de anticorpos de um organismo que recebe uma vacina ser bastante inferiores se comparados ao dos organismos doentes.


A imunização natural, por ser um processo lento, permite que o sistema imune tenha tempo de identificar com maior precisão o biótico patogênico que está tentando invadi-lo e escolher o melhor mecanismo e qualidade de resposta para se defender.

Isso por que à medida que a invasão do patógeno se intensifica, os linfócitos T responsáveis pela identificação do Ser e do não-Ser (cuja perda de perfeito discernimento encontra-se na causa das doenças auto-imunes), pela produção das células auxiliares e supressoras, que respondem pela qualidade de atuação do sistema imune e pela estimulação das células B, tenham tempo de prepararem seus receptores de identificação, exercitarem-se em reconhecer, preparar estratégias para eliminá-los e, por fim, memorizarem todas as etapas que foram alcançadas com sucesso.

A introdução do vírus pelo meio artificial das vacinas faz com que o sistema imune seja pego de surpresa. Ou seja, não lhe dá tempo de maturar uma estratégia de resposta ou exercitar corretamente seus mecanismos de defesa.

Conclusão, as vacinas roubando a oportunidade de o sistema imune se educar e exercitar através das doenças infantis, nada mais fazem do que promover o seu enfraquecimento, imaturidade e sem experiência para enfrentar com destreza e precisão os outros milhões de agentes patológicos que irá encontrar ao longo da vida e as células cancerosas que irá produzir, pois cabe igualmente ao sistema imunológico estar apto a eliminá-las antes que se acumulem como tumores.

Impedir que as crianças combatam por seus meios naturais as doenças que lhes são próprias é como trocar essas primeiras experiências e exercícios por deficiências mentais, doenças auto-imunes e até mesmo pelo câncer ou pela Aids mais tarde.
(26)

Um dos aspectos mais perigosos das vacinas está no material genético (DNA e RNA) das macromoléculas protéicas, de origem animal, veículo de patógenos inoculados, que deságuam na corrente sangüínea, porque podem causar até mesmo mutações genéticas.
(27)

Segundo o Dr. Alain Phillips:

A imunidade natural é um fenômeno complexo que envolve muitos órgãos e sistemas; ela não pode ser imitada pela estimulação da produção de anticorpos de maneira artificial.

A imunidade artificial (vacinação) também aumenta as chances de re-infecções pelo vírus contra o qual se foi vacinado. Por isso a rubéola, o sarampo e a catapora, por exemplo, passaram a aparecer na idade adulta sob forma totalmente atípica.

Uma das causas apontadas para esse fato é a tendência das farmacêuticas estarem produzindo vacinas cada vez mais fracas. Assim, se por um lado elas deixam de provocar fortes respostas inflamatórias, por outro aumentam as chances dos patógenos inoculados nas vacinas penetrarem mais profundamente nos tecidos, onde se manterão em estado latente por um curto ou longo período de tempo.

CONTINUA

 
     

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