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ALOE
VERA

Aloe
barbadensis Miller
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Estas considerações
sobre o yin-yang das Aloes
foram inspiradas em um comentário feito por Frei Romano Zago,
no seu livro Câncer tem Cura (Editora Vozes).
É verdade que ainda não tive o prazer de conhecer
o frei pessoalmente, porém o seu trabalho para salvar não
só as almas, mas também tantas vidas humanas, com
uma simples receita de Aloe,
mel e cachaça, tem que ser louvado.
Adorando ser instigada a pensar, ao ler a comparação
que Frei Romano fez entre a Aloe
vera arborensis
e a barbadensis,
percebi que uma expressava o extremo yin, enquanto a outra, o extremo
yang.
Tão óbvio quanto uma é o oposto da outra na
forma de se manifestar, também assim deve ser a vertente
segundo a qual cada uma se relaciona com o Ser.
Em valores absolutos, nenhuma é melhor que a outra e ambas
atuam de modo semelhante, do contrário não seriam
as mais utilizadas e as que mais têm
histórias a contar.
Observando-se a aloe
barbadensis,
a primeira coisa que salta aos olhos é a sua verticalidade;
expressão máxima do yang. (Para Rudolf Steiner, filósofo
austríaco iniciador da Antroposofia, a verticalização
é o máximo
da expressão da postura
humana que, conseqüentemente,
capacita à maior expressão do Eu.)
Através desse excesso de yang, a aloe barbadensis está
apta a atrair, como uma antena, as energias extremamente sutis (yin)
do cosmos. Vindas dos mais longínquos confins do universo,
onde certamente encontra-se a essência do Ser, elas são
armazenadas na memória de suas moléculas de água
(yin). (Penso ser oportuno lembrar aqui que, enquanto no mundo físico
os opostos se atraem, ao nível das energias sutis são
os semelhantes que se atraem!)
Aloe
arborensis,
por sua vez, com sua expressão horizontalizada, extremamente
yin, está mais capacitada a captar e a guardar um máximo
de energia solar (yang), armazenada pela sua estrutura mais seca
(yang). Esse calor é certamente de grande benefício
aos cancerosos, já que ausência de febre lhes é
uma forte característica ou seja, carecem de calor,
de energia.
E assim mais uma vez vemos todos
os caminhos levando a Roma:
o logos, nas origens da formatação da matéria,
e a psique, no controle da somatização.
A passividade (yin) promovendo a receptividade da energia
ativa
(yang) que gera o processo de autocura, ou a atividade (yang) da
procura pelas origens (yin), onde se encontra o modelo do processo
da autocura. (Esta era a metodologia dos sacerdotes gregos, que
levavam os doentes para os templos onde, por meio de determinadas
práticas e durante o sono, os guiavam pelos caminhos da autocura.)
Vê-se, pois, que ambas são igualmente potentes, embora
auxiliem processos evolutivos bastante diferentes. Mas para encerrar
o assunto das duas aloés,
enfatizo que a intenção deste livro não é
absolutamente apresentar a Aloe
como a planta
que cura o câncer, nem tampouco como planta para ser utilizada
somente em momentos de crise ou algumas vezes por ano. Minha intenção
é apresentar o potencial
de higienização
e prevenção
do suco do gel da Aloe
barbadensis Miller
contra processos degenerativos, inflamações, infecções,
grande parte das patologias etc.
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Do
Livro Saúde
& Beleza Forever,
de Mônica Lacombe Camargo
- Edição Esgotada
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