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ALOE
VERA

Aloe
barbadensis Miller
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IMPORTANTES
CONSIDERAÇÕES
SOBRE A ALOE VERA
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Nem todas as plantas de Aloe têm a mesma composição.
Nem todos
os fabricantes manipulam as Aloes com os mesmos cuidados.
Nem todos
os produtos rotulados com o nome Aloe vera a oferecem em concentrações
apropriada ao usufruto do seu verdadeiro potencial.
Nem todas
as pessoas se beneficiem da Aloe vera da mesma maneira.
Assim como
existem pessoas alérgicas aos derivados das abelhas, frutos
do mar ou qualquer outro alimento, por mais natural que ele seja,
existe uma minoria que apresenta reações alérgicas
a Aloe vera.
Para testá-la, basta esfregar uma pequena quantidade do seu
gel sobre a pele mais fina da parte interna do braço ou atrás
da orelha e observar, depois de uns 20 minutos, qualquer tipo de
reação alérgica - vermelhidão ou comichão.
A opção
pela utilização do gel de Aloe vera não significa
alívio ou cura imediata de um problema específico,
sobretudo se for crônico ou já tenha atingido a estrutura
do corpo.
O que qualquer um pode esperar do uso regular da Aloe vera é
o início de um processo de hidratação, desintoxicação,
auto-regeneração e auto-revitalização
do organismo.
Como somente
o corpo tem capacidade de curar a si mesmo, o máximo que
os alimentos, os suplementos alimentares e as terapias podem fazer,
é proporcionar as condições adequadas aos mecanismos
de auto-regeneração e estimular os processos de autocura
para que a reconquista da saúde seja alcançada. Afinal,
essa é a experiência que, há séculos,
a Aloe Vera tem legando à humanidade.
Nesse contexto,
minha hipótese é que não tardará para
que a Aloe vera seja institucionalizada como elemento de higiene
do sistema gastrintestinal, para se dizer o mínimo.
Essa mudança
de comportamento não será muito diferente do que foi
a institucionalização do lavar as mãos, tomar
banho e escovar os dentes - hábitos de higiene adquiridos
muito recentemente e se tornaram a principal causa do aumento da
qualidade e da expectativa de vida dos indivíduos que os
adotaram.
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Aloe
Vera nos Processos de Autocura
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O processo de desintoxicação do organismo é
normalmente automático. Quando os níveis de intoxicação
atingem um determinado grau de intolerância, os mecanismos
de autodesintoxicação se manifestam como crises de
cura.
Impedi-las de acontecer é impossível, embora seja
fácila adiá-las, remediá-las. Para isso foram
feitos os remédios que bloqueiam as vias de eliminação
e meios naturais de autocura ou mascaram seus sintomas, sem jamais
atingirem o âmago da questão, como o caso dos analgésicos
e antiinflamatórios.
Cedo ou tarde, porém, o processo de eliminação
reaparecerá, não necessariamente com os mesmos sintomas,
como mostra Reckeweg VEJA HOMOTOXICOLOGIA,
mas certamente de modo mais intenso, crônico ou talvez até
mesmo fatal.
O mais sábio, portanto, é sempre cooperarmos com os
esforços de autodesintoxicação do organismo
e, localizando sua verdadeira causa, aí sim, abortá-la.
Terminada a etapa da desintoxicação, os esforços
serão concentrados na restauração da integridade
dos tecidos e no restabelecimento do equilíbrio homeostásico
e das funções sistêmicas.
Todos esses processos, porém, não acontecem da noite
para o dia, pois não foram criados do dia para a noite. É
preciso paciência e percorrer o caminho inverso - a vicariação
regressiva, como chama Reckeweg.
É fundamental, portanto, reconhecermos os sintomas de uma
crise de cura para agir a favor, jamais contra! A incapacidade desse
reconhecimento leva muitos a pensar que a vida corre perigo caso
os sintomas não sejam abortados ou que microrganismos não
sejam mortos, mesmo que em detrimento de outras estruturas, funções,
células e microrganismos simbióticos, indidpensáveis
à reconquista da saúde do organismo.
A Aloe vera, consumida regularmente como um alimento funcional de
propriedades sui generis, tanto para os humanos como para os animais,
funciona como um agente preventivo contra o acúmulo de homotoxinas
e mudança do pH dos tecidos - principal fator de prevenção
às infecções e inflamações.
Seu potencial de ação, porém, depende do binômio
dose-resposta. Isso significa que ele será sempre limitado
pela quantidade de seu consumo versus a exposição
a elementos patológicos, tóxicos ou substâncias
difíceis ou impossíveis de serem metabolizadas, tais
como elementos os constituintes de inúmeros produtos que
hoje fazem parte da vida do Ser contemporâneo.
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Amaciantes.
Conservantes. Corantes. Derivados do petróleo. Detergentes.
Drogas farmacêuticas (analgésicos, antiinflamatórios
etc.). Drogas ilegais (cocaína, ecstasy etc.). Drogas
legais (álcool, monossódioglutamato ou proteína
vegetal hidrolizada, aspartame etc.) Gorduras hidrogenadas.
Metais pesados. Perfumes artificiais. Pesticidas. Produtos
de limpeza, higiene e beleza baseados nos derivados do petróleo.
Sabores artificiais. Solventes. Etc.
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Quem
se encontram com um grau de homotoxicose avançado certamente
jamais consumiram a Aloe vera de modo regular. Por isso, a opção
por consumí-la requerer atenção sobre sua dosagem,
já que ela induz o organismo a um processo de desintoxicação
que pode gerar uma crise de cura.
Ao longo do processo de vicariação regressiva, se
a crise de cura ultrapassar os limites da tolerância, deve-se
ajustar as doses e freqüência com que o gel da Aloe vera
esteja sendo ingerido. A primeira providência é diminuí-las.
Após um ou dois dias, gradualmente, voltar a aumentá-las,
até encontrar o ponto de tolerância daquela determinada
fase do processo.
Mantendo a dose/freqüência sempre ajustada aos limites
da tolerância, o processo de desintoxicação
será o mais rápido permitido pela condição
física, emocional e mental do indivíduo. Em alguns
casos, porém, ele só será possível,
se for acompanhado por uma higiene alimentar e outras terapias complementares,
já que a Aloe vera não é uma panacéia
ou uma pílula mágica.
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Que
a consciência auto-ecológica do Ser contemporâneo
não cesse de se aprimorar com a ajuda da intuição
e de novos conhecimentos.
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Do
Livro Saúde
& Beleza Forever,
de Mônica Lacombe Camargo
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Edição Esgotada -
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