Aloe no Tempo e no Espaço

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ALOE VERA




Aloe barbadensis Miller


Aloe Vera – Alimento ou Medicamento?
Parte II



Os Polissacarídeos da Aloe Vera
Segundo o Dr. Robert Davis

No conceito do Dr. Bruce Hadendal que, como tantos outros, foi hipnotizado pelo número considerável pesquisas científicas cujos resultados alcançados com o acetilado de manose, um dos polissacarídeos de cadeia superlonga, patenteado com o nome de Acemannan, reduziam o potencial da Aloe vera exclusivamente a esta fração do seu gel:

Esses polissacarídeos são tão vitais para o organismo
quanto os tijolos são para uma construção.

Isso não deixa de ser verdade, mas, combatendo essa visão minimalista da Aloe vera que predominou durante toda a década de 90, o Dr. Robert H. Davis desenvolveu o conceito maestro-orquestra para definir as relações entre os mais de 200 componentes biologicamente ativos da Aloe vera.

Denominamos maestro os polissacarídeos de cadeias superlongas que são as moléculas que se ajustam aos receptores dos fibroblastos, tal qual uma chave que pertence a uma fechadura, e provocam uma seqüência de eventos bioquímicos para os quais necessitam receber o suporte de todos os outros elementos constituintes da Aloe.

A partir de então, os polissacarídeos passam a agir como indutores da produção das proteínas e dos proteoglicanos indispensáveis ao processo de regeneração dos tecidos conjuntivos, ao mesmo tempo em que são fator de estimulação das células do sistema imunitário.

O que não se pode ignorar é que isso e muito mais acontece porque existem outros constituintes do gel que, indiretamente, dão suporte aos polissacarídeos para que eles induzam uma série de respostas bioeletroquímicas tão logo entrem em contato com o organismo humano e animal.

Por isso, o Dr. Davis foi a público denunciar que o potencial de ação do gel da Aloe vera não pode ser reduzido aos polissacarídeos, induzindo à conclusão errônea de que só produtos com grandes concentrações de Acemannan promoviam respostas importantes no organismo.

Não há dúvida de que o conhecimento gerado pelas pesquisas em torno do Acemannan foi de imenso valor, mas o exagero na exaltação dessa única substância foi, aos olhos de Dr. Davis, uma atitude pouco inteligente:

Será que esses elementos, quando isolados, são realmente mais potentes do que atuando no seu contexto in natura? É preciso demonstrá-lo, pois na nossa observação, quando os isolamos de todos os outros elementos, a atividade biológica dessa suposta 'bala única' foi enormemente reduzida! Se for esse o caso, é preciso publicar dados comparativos, e não somente fazê-lo como propaganda comercial. Sugerir que os polissacarídeos funcionam sozinhos é presunção, assim como não é prudente chamá-los
de 'bala única', pois, pelo menos no que diz respeito às atividades antiinflamatórias da Aloe vera, já chegamos a verificar que, mesmo diante da ausência desses polissacarídeos, os outros componentes da Aloe vera produzem efeito igual.

Apesar de muitos dos compostos da Aloe vera terem sido isolados, identificados e observados como agentes ativos, como os hormônios de crescimento giberelinos
e auxinas, os esteróis, o ácido salicílico etc., ainda falta muito para se alcançar a compreensão total sobre sua ação sinérgica com o organismo humano e animal.

O alcance dessa compreensão deverá provocar inúmeras mudanças nos paradigmas e o aprimoramento de muitos conceitos que hoje regem a farmacologia.

Até hoje, a teoria maestro-orquestra é bem recebida por aqueles que não acreditam que os poderes "mágicos" da Aloe vera podem ser restringidos ao potencial de ação do Acemannan e que utilizam a integralidade do gel na formulação de novos produtos. E todos sabem que a Aloe barbadensis Miller é a espécie que mais concentra polimanans acetilados.

Potencial de Ação dos Polissacarídeos
da Aloe Vera

Normalizar dos níveis de açúcar e triglicerídeos do sangue.

Acelerar os processos de desintoxicação do organismo em até 10 vezes e de regeneração tissular em até 8 vezes.

Neutralizar as enzimas responsáveis pela degradação da mucosa gastrintestinal e conseqüente focos inflamatórios.

Promover a fluidez dos líquidos corpóreos e a transferência de gases nos pulmões.

Promover a necrose, liquidificação ou encapsulamento dos tumores.

Agilizar os movimentos peristálticos, para que o bolo fecal seja evacuado e não se sofram os maus efeitos da prisão de ventre.

Induzir a restauração da flora intestinal de acordo com as diferentes colônias que residem nas várias áreas do trato gastrintestinal.

Proteger o organismo, da medula óssea ao DNA, da toxidade dos agentes de poluição, agrotóxicos, aditivos alimentares, produtos de higiene e beleza, medicamentos etc.

Reduzir as reações alérgicas, agindo como pontes entre os macrófagos e o agente alergênico, para acelerar sua eliminação do organismo.

Estimular a gênesis dos glóbulos brancos e vermelhos na medula óssea e o perfeito crescimento e solidificação dos ossos através do dinamismo sinérgico do cálcio com o fósforo.

Estimular os glóbulos brancos - células T, macrófagos e neutrófilos -, agentes do sistema imunitário a aumentarem o potencial de fagocitose
e de produção e liberação de anticorpos e citocinas, como o interferon e as interleuquinas.

Estimular os fibroblastos a se multiplicarem e a aumentarem a liberação de substâncias, como o colágeno, indispensável à regeneração dos tecidos do corpo e a lubrificação das juntas, ajudando a prevenir os quadros de artrites.

Incorporar-se às proteínas e lipídios da membrana celular, formando uma camada de glicoproteínas e glicolipídeos à volta da célula denominada glicocálix (equivalente à celulose das células vegetais), responsável por reconhecer elementos estranhos, e torná-la resistente aos vírus, fungos e bactérias patogênicas e mais permeável à absorção de nutrientes e eliminação de toxinas, promovendo assim um grande aumento do metabolismo celular e da funcionalidade do organismo;

Garantir a perfeita permeabilidade da mucosa intestinal, que impede que toxinas e alimentos maldigeridos alcancem o fígado e outras partes do organismo através da corrente sanguínea e que facilita a absorção dos nutrientes e a reabsorção da água e dos eletrólitos - sais minerais e elementos-traço - utilizados pelas enzimas, hormônios e sucos gástricos ao longo do processo digestivo.



Aloe Vera - Alimento Funcional

Com a humanidade vivendo o despertar de uma nova consciência, tudo o que seja voltado à preservação, regeneração e reconquista da saúde se encontra na ordem
do dia. Isso explica porque a Aloe vera, enquanto alimento funcional, vem se destacando entre a grande variedade de plantas que os homens e os animais têm
à disposição.

Como alimento diário, a Aloe vera ajuda a prevenir a degeneração e retardar o processo de envelhecimento do organismo, pois acelera sua desintoxicação e promove seus processos de autocura, cujas conseqüências são a reconquista da saúde física, emocional, mental e, obviamente, a paz de espírito.

Devido a todas essas "funções", ela pode até mesmo fazer com que certos medica-mentos se tornem desnecessários, impedindo-nos de correr riscos, como aconteceu com os antiinflamatórios que, após anos presentes nos protocolos médicos, foram banidos do mercado em decorrência dos seus devastadores efeitos colaterais adversos.

Há 30 anos, procurando por substâncias naturais não-tóxicas como alternativa aos antiinflamatórios, que não só agridem e intoxicam o organismo como impedem a regeneração dos tecidos conjuntivos, o Dr. Robert Davis descobriu a Aloe vera e dedicou-se ao seu estudo e à sua divulgação até os últimos dias de vida, em 2004.

O gel da Aloe vera é igualmente um alimento funcional contra o diabetes e problemas correlatos. O fato de ele normalizar os níveis de açúcar no sangue tem sido constatado não apenas por um número cada vez maior de pessoas como por inúmeras pesquisas científicas.
(2)

Um número cada vez maior de pessoas também tem sido salvo da dependência e efeitos colaterais dos fármacos graças ao gel da Aloe vera, que, como já foi dito:

Induz a regeneração dos tecidos conjuntivos. (3)
Impede a sobrevivência de microrganismos disbióticos. (4)
Modula a ação do sistema imunológico. (5)
Tem forte ação antitumoral. (6)

Ao garantir a saúde da mucosa e da flora intestinal, auxiliar o processo digestivo e modular as respostas do sistema imune não é de surpreender que desde a Antigüidade a Aloe vera seja reconhecida como um alimento de múltiplas funções.

Soma-se a isso o fato dele também ser o alimento por excelência dos tecidos conjuntivos - o habitat celular. Suas principais ações extracelulares são:
Promover a eliminação de tudo que não pertença aos tecidos conjuntivos, seja nutrindo e estimulando os macrófagos a eliminar os elementos orgânicos estranhos ao organismo, seja empurrando-os à medida que as substâncias que participam da integridade dos tecidos conjuntivos vão tomando seus lugares.

Paralelamente o gel da Aloe vera induz os fibroblastos (células responsáveis por sintetizar as proteínas de colágeno e elastina das fibras tissulares e o gel da substância fundamental onde todas as células vivem banhadas) a se multiplicarem
e a sintetizarem a matéria prima aos tecidos conjuntivos a partir dos nutriente providos igualmente pelo gel.

O gel da Aloe vera pode ser tomado continuamente. Em se tratando de um vegetal, como a abóbora e a melancia, da qual come-se a polpa, ela aparece nas receitas médicas com meonos frequência ainda que o espinafre e a ameixa-preta.

Sua ingestão não é um ato de automedicação, mas de nutrição e higiene. Isso significa que sua utilização promove a permanente desintoxicação e regeneração do organismo. O que explica ter sido considerado, desde a Antiguidade, um alimento tonificante.

Aloe Vera - Agente de Tonificação

A opção por usufruir do potencial tonificante da Aloe vera não é garantia de cura, quanto mais de curas imediatas e muito menos milagrosas. A única coisa de que se pode ter certeza é de que a Aloe vera irá induzir o organismo a um processo de desintoxicação e desobstrução - vicariação regressiva -, única possibilidade de se promover a autocura e auto-regeneração do organismo.

Como a maior parte das ciências médicas se dedicando com afinco às doenças, sem preocupação alguma com os processo de desintoxicação e revitalização do organismo, os tônicos perderam sua importância e caíram em desuso - tornaram-se uma "coisa de antigamente". Diante da falta de observação científica sobre modo de atuação dos alimentos, o potencial de tonificação do gel da Aloe vera, por exemplo, virou "crendice".

Uma coisa é certa, todos que fazem da Aloe vera uma parceira são unânimes em proclamar sua ação tonificante manifestada das mais diversas formas:

Acorda-se mais descansado e predisposto.
Aumento dos níveis de energia e vigor.
Maior capacidade de concentração e resistência.
Maior resistência aos alergênicos, gripes e resfriados.
Maior sensação de bem-estar, calma e bom humor.
Menos estresse e ansiedade.
Vive-se de bem com a vida.


Aloe Vera - Agente de Higienização

A ingestão diária do gel de Aloe vera deveria ser adotada por todos como uma prática de higiene semelhante ao ato de tomar banho, lavar as mãos e escovar os dentes - hábitos adquiridos ao longo do progresso civilizatório e hoje considerados fundamentais tanto à qualidade da saúde como ao aumento da perspectiva de vida do Ser contemporâneo.

Sem dúvida, os anos de vida dos humanos aumentaram, mas no que diz respeito à qualidade de vida não se pode dizer o mesmo. O número de crianças já apresentando doenças degenerativas chega a ser aberrante. Por isso, a higienização do trato gastrintestinal, com a ajuda da Aloe vera, deve ser o próximo passo.

O potencial de higienização da Aloe vera sobre os humores (sangue, linfa, líquido sinovial, líquido intersticial etc.) onde todas as células vivem banhadas e dos quais todas diretamente dependem é de uma importância capital.

É preciso, pois, acrescentar o gel da Aloe vera à dupla sabão-creme dental. Assim, além do corpo e dos dentes poderemos também diariamente limpar o esôfago, o estômago e os intestinos. Daí a importância do gel ser ingerido, no mínimo, ao acordarmos e nos deitarmos, períodos em que normalmente o trato gastrintestinal está vazio.

E se o sabão e o creme dental também forem à base de gel da Aloe vera, a pele, a gengiva e as mucosas da boca poderão ser não apenas mais intensamente higienizados como o manto ácido da pele e a mucosa intestinal serão nutridos e regenerados.

Isso também significa que o sistema imune poderá relaxar um pouco sua vigilância em relação aos intestinos e se dedicar com mais afinco à eliminação dos elementos estranhos ao corpo, como os microrganismos e células cancerosas que, em maior ou menor escala, hoje circulam pelo organismo de todos os mortais. Paralelamente, os elementos de acidificação, contaminação, infecção, inflamação, são neutralizados, eliminados ou excluídos.

É cada vez mais importante que o sistema imune esteja sempre apto a responder à altura da poluição alimentar e ambiental e à diversificação dos microrganismos, sobretudo dos vírus, que só o sistema imune é capaz de enfrentar, já que fármaco alguma parece ser capaz de combatê-los. E os que tentam fazê-lo causam um estrago tão grande ao organismo e ao sistema imune que é de se questionar se realmente valem a pena.

Aloe Vera - Alimento Atóxico

Em toda a história da humanidade não existe referência alguma de casos de intoxicação promovida pelo gel da Aloe vera. Segundo provas laboratoriais, nem mesmo uma overdose do seu suco é capaz de provocar qualquer tipo de intoxicação ao organismo. (7)

Tampouco existe qualquer indício de interferência negativa sobre a ação dos medicamentos, muito pelo contrário, a literatura científica aponta sua capacidade de potencializá-los e de neutraliza parte de seus efeitos colaterais negativos. (8) Assim sendo, o uso do gel da Aloe vera está "liberado" para ser utilizado como alimento funcional, que é.

Existe, porém, uma verdade que jamais deve ser esquecida - não existe nada nesse mundo que seja igualmente positivo para todo, com exceção da luz solar, o ar e a água. Existem casos pontuais de reações alérgicas a Aloe vera.

Embora cantada em prosa e versos desde a Antigüidade, só nas últimas três décadas começaram a aparecer suficientes dados científicos fazendo com que o número de usuários da Aloe vera venha aumentando exponencialmente. Paralelamente ela também vem aplacando a frustração de muitos profissionais da saúde diante da ineficiência e dos efeitos colaterais negativos da maioria dos produtos farmacológicos.

A cada um de se informar o mais possível sobre o assunto, pois esse tipo de conhecimento normalmente não chega através de outdoors, anúncios de jornal e
de TV, nem os médicos podem esperar que lhes chegue através de um representante farmacêutico batendo à porta ou de eventos promovidos pela indústria petroquímica, já que a saúde do povo vai contra a progressiva lucratividade dos laboratórios.

Referências:

(1) Gary Null PhD, Carolyn Dean MD ND, Martin Feldman MD, Debora Rasio MD, November 2003.
www.garynull.com/documents/iatrogenic/deathbymedicine/DeathByMedicine1.htm

(2) http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?CMD=search&DB=pubmed

(3) Chithra P, Sajithlal GB, Chandrakasan G. Department of Biochemistry, Central Leather Research Institute, Adyar, Chennai, India. Influence of Aloe vera on collagen turnover in healing of dermal wounds in rats. Indian J Exp Biol. 1998 Sep; 36(9).

(4) Soeda M, Otomo M, Kawashima K. Studies on anti-bacterial and anti-fungal activities of Cape aloe. [Article in Japanese] Nippon Saikingaku Zasshi. 1966 Oct; 21(10): 609-14.

Stuart RW, Lefkowitz DL, Lincoln JA, Howard K, Gelderman MP, Lefkowitz SS. Upregulation of phagocytosis and candidicidal activity of macrophages exposed to the immunostimulant acemanna. Int J Immunopharmacol. 1997 Feb; 19(2): 75-82.

Wang HH, Chung JG, Ho CC, Wu LT, Chang SH. Aloe-emodin effects on arylamine N-acetyltransferase activity in the bacterium Helicobacter pylori. Planta Med. 1998 Mar; 64(2): 176-8.

(5) Imanishi K. Department of microbiology & immunology, Tokyo Women's Medical College. Aloctin A, na active substance of Aloe arborenscens Miller as na immunomodulator. Phytotherapy Research. 1993, Vol. 7, Special issue, pp. S20-22. 15 ref.

Zhang L, Tizard IR. Department of Veterinary Pathobiology, Texas A & M University College Station 77843, USA. Activation of a mouse macrophage cell line by acemanna: the major carbohydrate fraction from Aloe vera gel. Immunopharmacology. 1996 Nov; 35(2).

Qiu Z, Jones K, Wylie M, Jia Q, Orndorff S. Department of Drug Discovery and Screening, Univera Pharmaceuticals, Inc., Broomfield, CO, USA. Modified Aloe barbadensis polysaccharide with immunoregulatory activity. Planta Med. 2000 Mar; 66(2): 152-6.

(6) Gribel' NV, Pashinskii VG. Antimetastatic properties of aloe juice. [Article in Russian]Vopr Onkol. 1986; 32(12): 38-40.

Jeong HY, Kim JH, Hwang SJ, Rhee DK. Anticancer effect of Aloe on sarcoma 180 in ICR mouse & on human cancer cell lines. Yalhak Hoeji 1994; 38 (3): 311-321.

King GK, Yates KM, Greenlee PG, Pierce KR, Ford CR, McAnalley BH, Tizard IR. The effect of Acemanna Immunostimulant in combination with surgery and radiation therapy on spontaneous canine and feline fibrosarcomas. J Am Anim Hosp. 1995 Sep-Oct; 31(5).

Pecere T, Gazzola MV, Mucignat C, Parolin C, Vecchia FD, Cavaggioni A, Basso G, Diaspro A, Salvato B, Carli M, Palu G. Aloe-emodin is a new type of anticancer agent with selective activity against neuroectodermal tumors. Cancer Res. 2000 Jun 1; 60(11): 2800.

Singh RP, Dhanalakshmi S, Rao AR. Cancer Biology Laboratory, School of Life Sciences, Jawaharlal Nehru University, New Delhi, India. Chemomodulatory action of Aloe vera on the profiles of enzymes associated with carcinogen metabolism and antioxidant status regulation in mice. Phytomedicine. 2000 Jun; 7(3): 209-19.

(7) Grossman MH, Cobble H. Final Report - Acute oral administration (rats), acute oral dose range (dogs), acute dermal application (rabbits). Lakeland Laboratories.

(8) Davis RH, DiDonato JJ, Johnson RW, Stewart CB. Pennsylvania College of Podiatric Medicine, Philadelphia. Aloe vera, hydrocortisone, and sterol influence on wound tensile strength and anti-inflammation. J Am Podiatr Med Assoc. 1994 Dec; 84(12): 614.

Heggers JP, Kucukcelebi A, Listengarten D, Stabenau J, Ko F, Broemeling LD, Robson MC, Winters WD. University of Texas Medical Branch, Galveston, USA. Beneficial effect of Aloe on wound healing in an excisional wound model. J Altern Complement Med. 1996 Summer; 2(2): 271-7.

Heggers JP, Elzaim H, Garfield R, Goodheart R, Listengarten D, Zhao J, Phillips LG. University of Texas Medical Branch, Galveston, USA. Effect of the combination of Aloe vera, nitroglycerin, and L-NAME on wound healing in the rat excisional model. J Altern Complement Med. 1997 Summer; 3(2): 149-53.

Do Livro Saúde & Beleza Forever, de Mônica Lacombe Camargo
- Edição Esgotada -





 
     

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