Aloe no Tempo e no Espaço

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ALOE VERA




Aloe barbadensis Miller

A ALOE VERA
E OS SISTEMAS ORGÂNICOS

Circulatório – Digestivo – Epitelial - Imunológico

 

Sistema Circulatório

O isocitrato de cálcio, um dos princípios ativos da Aloe vera, tem ação inotrópica semelhante à das digitales (1) – plantas que atuam diretamente sobre o coração, interferindo de modo:

Cronotrópico sobre a velocidade dos batimentos cardíacos.
Dronotrópico sobre a velocidade com que os impulsos elétricos atuam sobre o coração.
Inotrópico sobre a força de contração do coração, cujo aumento provoca um igual aumento na quantidade de sangue ejetada pelos ventrículos, em uma única batida, melhorando a circulação e fazendo com que as células
e tecidos recebam maiores quantidades de sangue.

Inicialmente identificado na Aloe saponaria e posteriormente nas Aloes arborensis e barbadensis, o sal de isocitrato de cálcio é altamente benéfico àqueles que sofrem de doenças cardíacas ou têm antecedentes familiares com doenças desta natureza. Para esses, o gel de Aloe vera é um alimento funcional de ação preventiva.

Sistema Digestivo

Os tecidos do trato gastrintestinal fazem parte do sistema epitelial e as paredes dos intestinos concentram a maior quantidade de tecidos que fazem parte do sistema imunitário – as Manchas de Peyer e folículos linfóides. Por isso é óbvio que qualquer problema digestivo irá repercutir na qualidade da pele e na qualidade das respostas do sistema imunológico.

É, portanto, fundamental a consciência de que a boca não é um “buraco negro”, nem tampouco o trato gastrintestinal é um simples tubo por onde, impunemente, podemos fazer passar qualquer coisa só porque inicialmente ela proporciona uma determinada sensação agradável.

Ambos são órgãos de múltiplas ações extremamente complexas e o tubo digestivo chega a ter um sistema nervoso próprio e estreitos vínculos com muitos outros sistemas, em especial com os sistemas nervoso central e o imunitário.

Da saúde da mucosa gastrintestinal depende o nível de higiene dos intestinos, a qualidade do processo digestivo (digestão, absorção e eliminação) e o status nutricional e imunológico do organismo.

O gel da Aloe vera contribui com o sistema digestivo à medida que com ele podemos:

Potêncial de Ação do Aloe Vera

Amenizar a azia ou a possibilidade da má digestão, sobretudo das proteínas.
Estimular as enzimas e a síntese dos sucos gástricos.
Contribuir para a saúde do estômago, pâncreas, vesícula biliar e intestinos – órgãos diretamente envolvidos no processo digestivo.
Garantir a integridade da mucosa intestinal, da qual depende sua perfeita permeabilidade e, indiretamente, a saúde da pele e do sistema imunitário.
Criar um terreno favorável à flora simbiótica e desfavorável aos microrganismos patológicos.
Combater os focos de inflamação da mucosa e tecidos conjuntivos que recobrem o trato gastrintestinal – da boca ao ânus.
Condicionar as células do trato gastrintestinal em prol de uma melhor digestão, assimilação e eliminação.
Promover a higienização dos intestinos, estimulando o peristaltismo e hidratando o bolo fecal.
Regenerar com rapidez e perfeição a mucosa e os tecidos porventura lesionados do trato gastrintestinal, tal qual faz com a pele. A mucosa intestinal tem uma sobrevida de poucos dias – de três dias no duodeno a sete dias no intestino grosso.

Por incrível que pareça, poucos trabalhos já foram escritos sobre o potencial do gel da Aloe vera sobre problemas gastrintestinais. (2) Recentemente, porém, dois estudos foram publicados. Um foi de pesquisadores ingleses que observaram, em laboratório, o potencial antiinflamatório da Aloe vera em células inflamadas do cólon. (3)

Outro foi de um grupo russo que, sabendo que os radicais livres estão envolvidos no processo da colite ulcerativa, decidiram verificar o potencial preventivo e reversivo da combinação da Aloe vera e do ubiquinol (coenzima Q10) sobre as lesões, alterações patológicas e atividades eletrofisiológicas dos tecidos do cólon e das células peritoniais e sobre o movimento peristáltico dos intestinos inflamados.

Observaram, então, que os animais que haviam começado a ingerir o compostos antioxidante cinco dias antes de a inflamação ser induzida conseguiram reverter
o quadro rapidamente. Os resultados, porém, não foram os mesmos quando os antioxidantes foram utilizados simultaneamente à introdução do fator de inflamação ou após a inflamação já ter se instalado.
(4)

Infelizmente, poucas são as culturas que cultivam a preservação da saúde, pois sabem que é muito mais fácil se prevenir contra processos degenerativos do que remediá-los.

Na experiência clínica do Dr. Brad Weeks, não existe nada melhor do que esse gel para combater queimaduras externas ou internas – a mucosa do estômago é o que protege seus tecidos conjuntivos do ácido clorídrico do estômago, a substância mais corrosiva na face da Terra. Por isso, quem sofre de gastrite ou úlcera, diz ele, deve ser socorrido pelo gel Aloe vera.

Ingerido antes das refeições, ele atua como agente refrescante, anestésico, antiinflamatório, bactericida, fungicida e regenerador tissular, fazendo com que a digestão seja indolor e mais eficiente, enquanto promove a volta do status quo do estômago.

Azia e Má Digestão

Nos casos de azia e má digestão, seja por incompatibilidade digestiva, deficiência enzimática ou dos sucos digestivos, o gel da Aloe vera é um “santo remédio”, pois disponibiliza enzimas digestivas e nutrientes essenciais à síntese e liberação dos sucos gástricos indispensáveis à perfeita digestão dos alimentos.

Os antiácidos, por outro lado, quase todos à base de hidróxido de alumínio, inter-ferem de modo calamitoso sobre o processo digestivo. Seu pH alcalino inibe a perfeita digestão dos alimentos, cuja tendência será a de provocar focos inflama-tórios nos intestinos, dores de cabeça, mau humor, mal-estar etc., além dos efeitos adversos descritos pela farmacêutica.

Efeitos Adversos dos Antiácidos

Deficiência do fosfato – causa da anorexia, debilidade muscular e a osteomalacia (amolecimento dos ossos).

Demência devido à concentração do alumínio na massa cinzenta do cérebro – a intoxicação pelo alumínio, causa de inúmeras outras patologias, é cumulativa.

Desidratação.

Enfraquecimento dos movimentos peristálticos – promove a prisão de ventre e uma possível crise de apendicite.

Hemorragias gastrintestinais, arroto e refluxo.

Insuficiência renal, hipercalcemia e cálculos renais.

Conseqüências da alcalose – desequilíbrio do pH:

- Agitação, ansiedade, irritabilidade.

- Câimbras, fraqueza e contrações musculares, tetania.

- Diminuição do sangue no coração e no cérebro, podendo ocorrer arritmias cardíacas, convulsões, tetania.

- Diminuição do potássio no sangue.

- Problemas cardíacos, respiratórios, metabólicos e cerebrais.

As enzimas do gel da Aloe vera ajudam a digestão, principalmente dos alimentos cozidos e processados que delas carecem. Por falta de enzimas, a má digestão dos alimentos que chegam ao duodeno exige que o pâncreas secrete uma maior quantidade de enzimas digestivas. Mas no dia em que essa “fonte seca”, enzimas de outras partes do organismo são compulsoriamente convocadas pelo pâncreas - em detrimento do metabolismo de suas áreas de origem- que as transforma em enzimas digestivas, pois a digestão monopoliza todas as forças do organismo.

O alimento em si sempre será um elemento estranho ao organismo, que precisa decompô-lo para retirar dele o que seja aproveitável e eliminar o resto, o lixo, o mais rapidamente possível. O processo digestivo consome, portanto, uma quantidade absurda de energia e de enzimas que, por sua vez, não funcionam sem vitaminas e minerais.

Essa realidade, que deveria ser transmitida a todos ainda nos bancos da escola, tem uma série de implicações como:

Quanto mais se come, mais se consome energia.

Os alimentos que geram menos lixo são os mais nutritivos.

Refeições e alimentos complexos são muito mais desgastantes do que energizantes.

A quantidade pode acabar com o poder nutritivo e energético de um alimento, em outras palavras, veneno é uma questão de quantidade.

O jejum é a dieta mais importante contra uma ampla variedade de doenças.

A carência de enzimas, a deficiência dos sucos gástricos, problemas estruturais no trato gastrintestinal e a incompatibilidade do indivíduo com o alimento ou entre os alimentos aumentam o desgaste que o processo digestivo impõe ao organismo.

Isso também explica porque, freqüentemente após as refeições, muitos se sentem esgotados e por vezes totalmente incapacitados a qualquer outra atividade que não seja o sono.

Conclusão, excluindo os acidentes, o homem morre pela boca!

O Gel da Aloe Vera como Agente Digestivo

Reflexos de um sistema digestivo saudável, o que explica a relação direta que existe entre o cérebro e os intestinos.

Acelera o processo de desintoxicação do organismo.

Aumenta os níveis de energia.

Aumenta resistência do organismo aos agentes alergênicos, gripes e resfriados.

Aumenta a boa disposição, a felicidade e bom humor.

Promove a estabilidade emocional e a sensação de bem-estar.

Brilho mais intenso nos olhos, pele e cabelos.

Combate a putrefação das proteínas.

Melhora a qualidade da digestão, assimilação e eliminação.

Normaliza o peristaltismo e melhora a evacuação.

Sistema Epitelial

O sistema epitelial integra a pele, as mucosas que revestem artérias, boca, brônquios, esôfago, estômago, intestinos, nariz, olhos, pulmão, sinus e trato urinogenital, assim como os tecidos conjuntivos das cartilagens, tendões, ligamentos, cabelos, unhas, ossos, veias, artérias etc.

A relação entre os sistemas epitelial e imunológico é profunda, pois grande parte de suas células encontra-se concentrada na pele e na mucosa intestinal. Por isso, nossos mecanismos naturais de defesa dependem da saúde de ambas.

Aplicado topicamente, o gel da Aloe vera protege diretamente a pele e a mucosa dos orifícios do corpo. Ao ser ingerida, atua inicialmente sobre a mucosa gastrintestinal. E é imensurável a proteção que dispensa a esses tecidos, pois antes de mais nada nutre o manto ácido que os recobre.

O gel da Aloe vera é uma das melhores alternativas para os esteróides nos casos de acne, coceira, eczema, psoríase, úlceras etc. Quanto à sua fama em combater os processos naturais do envelhecimento, podemos citar seu potencial em:

Acelerar a regeneração e garantir a vitalidade e tonificação dos tecidos epiteliais – previne as marcas senis, a flacidez da pele, e as ligações cruzadas do colágeno, que enrijecem os tecidos conjuntivos, promovem as rugas, engrossam a pele etc.
Atuar como fator antioxidante, inclusive contra a ação dos raios ultravioletas – seu FPS natural é na ordem de 10-15, variando com as condições de crescimento da planta.
Promover a hidratação e desintoxicação do epitélio, por dar maior fluidez à substância fundamental da matriz extracelular
e à linfa.

O gel da Aloe vera penetra todas as camadas da pele, nutrindo-as e agindo diretamente sobre as estruturas dos tecidos conjuntivos, assim como sobre determinadas células do sistema imunológico, folículos capilares, glândulas sebáceas e sudoríferas, melanócitos, vasos capilares, terminais nervosos etc.

No caso de qualquer lesão cutânea, o gel da Aloe vera tem forte poder de combate contra os focos inflamatórios, além de amenizar a sensação da dor. Havendo ruptura da pele ou das mucosas, se fizermos uso interno e externo simultaneamente, a Aloe faz com que o processo de regeneração tissular seja até 30% mais rápido em comparação à ação de outros medicamentos.

O processo da restauração dos tecidos epiteliais danificados, desconsiderando o aspecto estético, pode ser de dois tipos:

Regenerativo se a constituição dos novos tecidos for idêntica aos que foram perdidos, que permite o restabelecimento da sua funcionalidade.
Cicatrizante se houver fibrolização dos novos tecidos, que impede a perfeita recuperação de suas funções.

A Aloe vera promove a regeneração dos tecidos e, conseqüentemente, elimina as cicatrizes. De acordo com um trabalho publicado, esse seu potencial de ação está relacionado à presença do giberelino, um fitormônio de crescimento, igualmente responsável pela aceleração da regeneração tissular em até 100%, como foi verificado em animais de laboratório. (5) Já a auxina indole-3-acética, outro fitormônio de crescimento, parece ter maior atuação sobre o aumento da síntese das proteínas das estruturas tissulares.

A Aloe vera, por criar melhores condições ao permanente processo de desintoxicação e regeneração dos tecidos, é igualmente conhecida por prevenir e tratar celulite, dermatite, erupções cutâneas, esfoladuras, estrias, furúnculos, manchas e ressecamento da pele, marcas de cicatrizes, queimaduras etc.

Sistema Imune

Devido à complexidade e importância do sistema imune, um outro livro será dedicado exclusivamente a ele, às doenças afins e ao quanto o gel da Aloe vera pode ajudá-lo como alimento funcional. Alguns pontos, porém, já precisam ser esclarecidos.

Qualquer lesão, foco infeccioso ou inflamatório, seja na pele ou na boca, garganta, estômago ou intestinos, precisa ser imediatamente revertido. Quanto menos danificado o epitélio – tecidos que recobrem a pele e as superfícies internas do corpo, mas que mantêm contato com o mundo externo, que no caso dos intestino é tudo que se encontra dentro do seu lúmen –, mais fácil e rápida será sua reconstituição com a ajuda do gel da Aloe vera. Quando a lesão se torna crônica, o número de antígenos se eleva e o trabalho do sistema imune aumenta.

No que diz respeito à dilaceração dos tecidos do trato gastrintestinal, a situação exige maior atenção em razão de seu contato com os alimentos, microrganismos e elementos tóxicos por eles vinculados e com o bolo fecal. Urge, pois, redobrar os cuidados com tudo que deliberadamente ingerimos, como diz Povoa.

Tão importante quanto a atenção com a alimentação, é o zelo pela integridade e higiene do epitélio gastrintestinal, não permitindo que as fezes, com os carboidratos fermentando, as proteínas apodrecendo e as gorduras oxidando, fiquem retidas nos intestinos. Nesse caso, recorrer aos socorros da Aloe vera,
o mais rapidamente possível, é um ato cultural, inteligente e de bom senso.

O potencial do gel da Aloe vera enquanto agente enzimático e promotor da boa digestão, do combate à prisão de ventre e da restauração da integridade do epitélio gastrintestinal precisava ser mais do que exaltado por todas as instituições voltadas à saúde pública e alardeado pela mídia, pois aqui se encontra um dos principais segredos da saúde.

(O problema, obviamente, é que a saúde pública vai contra os interesses de todos que vivem da doença alheia como, por exemplo, a indústria farmacêutica – se o povo não precisar de medicamentos serão milhões de desempregados, os laboratórios perderão todo o poder político-econômico e a ciência a imunidade adquiridos após a Segunda Guerra Mundial.)

A perfeita permeabilidade gastrintestinal depende da saúde e coesão das células epiteliais, de modo a não haver esgarçamento ou brecha alguma por onde penetrem elementos adversos ao organismo, os antígenos. As possibilidades de essa permeabilidade ser alterada são inúmeras, embora a principal seja a deficiência da síntese de seus tecidos constituintes. O gel da Aloe vera pode minimizar essa carência ou mesmo preveni-la.

Fármacos como a aspirina, antiinflamatórios, corticóides e pílulas anticoncepcionais são grandes contribuintes para o esgarçamento das paredes do trato gastrintestinal, enquanto que os antibióticos promovem a disbiose da sua flora.

O sistema imune e as enzimas antioxidantes são os principais responsáveis pela reversão dos quadros infecciosos e inflamatórios, que acabam lesionando as paredes do trato gastrintestinal, cuja conseqüência é a perda da perfeita permeabilidade.
As células da mucosa intestinal envolvidas no processo digestivo, entrando em contato com algo que não consigam identificar, obrigam o sistema imunológico a
se manifestar – um dos perigos dos transgênicos é veicular moléculas até então desconhecidas do organismo humano e animal que, sem possibilidade de serem devidamente digeridas, chegarão aos intestinos intactas.

Moléculas mal digeridas, seja por deficiência de ácido clorídrico, de enzimas digestivas, incompatibilidade ou qualquer outra razão (como a transgenia), também são qualificadas pelo sistema imune como antígenos. Isso porque o corpo só aceita integrar às suas estruturas aquilo que está configurado segundo sua própria matriz, por exemplo, as proteínas por ele sintetizadas. Conseqüentemente, para que incorpore proteínas alheias, como no caso dos implantes de órgãos, utilizam-se fármacos que impedem o sistema imune de se manifestar.

As proteínas dos porcos, devido ao grau de semelhança com as humanas, têm
maior facilidade de ludibriar um sistema imune enfraquecido, gerando problemas incalculáveis e ainda não desvendados pela ciência. De qualquer modo, a primeira reação sempre será inflamatória.

Não havendo carência nutricional e a presença dos antígenos não sendo uma situação crônica, o sistema imune, não tendo sido debilitado pela exposição a fármacos, vacinas etc., estará apto a reverter muitos problemas sem maiores conseqüências.

O consumo do gel da Aloe vera, porém, contribuirá sempre com o fortalecimento
do sistema imune, a prevenção de danos causados aos intestinos e a reversão de processos degenerativos necessários à manutenção e reconquista da saúde, devido às suas propriedades imunomoduladoras,
(6) antiinflamatórias (7) sui generis e ao grande potencial sinérgico de seus elementos constituintes – ácido salicílico, antraquinonas, aminoácidos, antioxidantes, bioflavonóides, esteróides, enzimas, hormônios de crescimento, polissacarídeos, minerais, vitaminas...

Ingerido antes de dormir, se possível de estômago vazio, o gel da Aloe vera promove o aumento da produção de melatonina – antioxidante que ajuda a varredura dos radicais livres não apenas dos intestinos, mas também do cérebro –, intensificando o potencial reconstituinte do sono e tonificando o organismo.

Havendo alteração na permeabilidade da mucosa intestinal, a inteligência seletiva dos intestinos perde o controle sobre o que chega à corrente sangüínea. A presença de antígeno no sangue obriga o sistema imune a reagir de modo mais intenso.

Problemas nos intestinos podem causar dores de cabeça, enxaqueca, resfriados e gripes constantes, assim como vir a causar inflamações, disfunções e patologias nele ou em outras áreas. Aqui também se encontra a causa dos processos auto-imunes e de muitas reações alérgicas e diferentes graus de intolerância alimentar, que podem aparecer como que de repente.

Se o enfraquecimento do sistema imune for progressivo, o organismo torna-se cada vez mais vulnerável a tudo e a todos, até a exaustão, que traz o laudo de “Síndrome da Imunodeficiência Adquirida”, mais conhecida como Aids. É importante chamar a atenção para o fato de o uso exclusivo da sigla Aids estar camuflando seu verdadeiro significado, levando todos a crer que se trata de uma doença em si, quando não é.

Ninguém morre de Aids. Morre-se de doenças comuns, como a pneumonia, a tuberculose etc., pela simples razão de o sistema imune estar exaurido, sem condições de combater inflamações, infecções ou quaisquer doenças.
Se, por um lado, o que é herdado é quase impossível de ser mudado, o que é adquirido pode ser desadquirido, bastando seguir o caminho inverso, conhecido como vicariação regressiva. E sabendo-se que a Aloe vera promove o fortalecimento do sistema imune, seu auxílio não pode ser negligenciado nos quadros de Aids ou em qualquer outra disfunção desse sistema.

A sobrevivência é totalmente dependente do sistema imune que, com seus mensageiros químicos (citoquinas), constantemente instigam suas células T a localizar e destruir qualquer elemento estranho que possa pôr a vida em risco.
A Aloe vera, com seus polissacarídeos de potencial imunomodulador, intensifica
ou desacelera as reações imunológicas, como já foi demonstrado por inúmeras pesquisas científicas.
(8) Promovendo a produção de óxido nítrico, elemento citotóxico, dos macrófagos, faz aumentar seu poder de fagocitose sobre as células tumoradas, envelhecidas, viróticas ou microrganismos como os fungos, bactérias etc. (9)

REFERÊNCIAS:

(1) Yagi A. et al. Cardiac stimulant action of constituents of Aloe saponaria. J Pharm Sci 71:739-741, 1982.

(2) http://santrel.com/clinicalabstract/gastro1.html

(3) Langmead L, Makins RJ, Rampton DS. Centre for Adult and Paediatric Gastroenterology, Institute of Cellular and Molecular Science, Barts and the London, Queen Mary School of Medicine and Dentistry, London, UK. Anti-inflammatory effects of aloe vera gel in human colorectal mucosa in vitro. Aliment Pharmacol Ther. 2004 Mar 1;19(5):521-7.

(4) Korkina L et al. Department of Molecular Biology, Russian State Medical University, Ostrovityanova 1, Moscow. The protective and healing effects of a natural antioxidant formulation based on ubiquinol and Aloe vera against dextran sulfate-induced ulcerative colitis in rats. Biofactors. 2003;18(1-4):255-64.

(5) Davis RH; Di Donato JJ; Hartman GM; Haas RC. Anti-inflammatory & wound healing activity of a growth substance in Aloe vera. J. Amer. Podiatric Med. Assoc. 1994: 84 (2) Feb., 77-81.

(6) ‘t Hart LA, van Enckevort PH, van Dijk H, Zaat R, de Silva KT, Labadie RP. Department of Chemical Pharmacy, Faculty of Pharmacy, State University of Utrecht, The Netherlands. Two functionally and chemically distinct immunomodulatory compounds in the gel of Aloe vera. J Ethnopharmacol. 1988 May-Jun; 23(1): 61-71.

t'Hart LA, van den Berg AJ, Kuis L, van Dijk H, Labadie RP. An anti-complementary polysaccharide with immunological adjuvant activity from the leaf parenchyma gel of Aloe vera. Planta Med. 1989 Dec;55(6):509-12.

t Hart LA, Nibbering PH, van den Barselaar MT, van Dijk H, van den Berg AJ, Labadie RP. Department of Pharmacognosy, Faculty of Pharmacy, University of Utrecht, The Netherlands. Effects of low molecular constituents from Aloe vera gel on oxidative metabolism and cytotoxic and bactericidal activities of human neutrophils. Int J Immunopharmacol. 1990; 12(4): 427-34.

(7) Davis RH, Leitner MG, Russo JM, Byrne ME. Anti-inflammatory activity of Aloe vera against a spectrum of irritants. J Am Podiatr Med Assoc. 1989 Jun; 79(6): 263-76.

Davis RH, Rosenthal KY, Cesario LR, Rouw GA. Processed Aloe vera administered topically inhibits inflammation. J Am Podiatr Med Assoc. 1989 Aug; 79(8): 395-7.

Davis RH, Donato JJ, Hartman GM, Haas RC. Department of Biomedical Sciences, Pennsylvania College of Podiatric Medicine, Philadelphia. Anti-inflammatory and wound healing activity of a growth substance in Aloe vera. J Am Podiatr Med Assoc. 1994 Feb; 84(2): 77-81.

Davis RH, DiDonato JJ, Johnson RW, Stewart CB. Pennsylvania College of Podiatric Medicine, Philadelphia. Aloe vera, hydrocortisone and sterol influence on wound tensile strength and anti-inflammation. J Am Podiatr Med Assoc. 1994 Dec; 84(12): 614-21.

Vazquez B, Avila G, Segura D, Escalante B. Laboratory of Pharmacology, Escuela Nacional de Estudios Profesionales Iztacala (E.N.E.P-I), Universidad Nacional Autonoma de Mexico, Tlalnepantla, Mexico.Antiinflammatory activity of extracts from Aloe vera gel. J Ethnopharmacol. 1996 Dec; 55(1): 69-75.

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Yagi A, Kabash A, Mizuno K, Moustafa SM, Khalifa TI, Tsuji H. Faculty of Pharmacy and Pharmaceutical Sciences, Fukuyama University, Gakuen-Cho, Fukuyama, Hiroshima, Japan. Radical scavenging glycoprotein inhibiting cyclooxygenase-2 and thromboxane A2 synthase from aloe vera gel. Planta Med. 2003 Mar;69(3):269-71.

(8) Imanishi K. Department of microbiology & immunology, Tokyo Women’s Medical College. Aloctin A, an active substance of Aloe arborenscens Miller as an immunomodulator. Phytotherapy Research. 1993, Vol. 7, Nº Special issue, pp. S20-22. 15 ref.

Pugh N, Ross SA, ElSohly MA, Pasco DS. University of Mississippi. Characterization of Aloeride, a New High-Molecular-Weight Polysaccharide from Aloe vera with Potent Immunostimulatory Activity. J Agric Food Chem. 2001 Feb 19; 49(2): 1030-1034.

Qiu Z, Jones K, Wylie M, Jia Q, Orndorff S. Univera Pharmaceuticals, Inc., Broomfield, CO, USA. Modified Aloe barbadensis polysaccharide with immunoregulatory activity. Planta Med. 2000 Mar; 66(2): 152-6.
Yagi A, Nakamori J, Yamada T, Iwase H, Tanaka T, Kaneo Y, Qiu J, Orndorff S. Fukuyama University, Japan. In vivo metabolism of aloemannan. Planta Med. 1999 Jun; 65(5): 417-20.

(9) Karaca, K., et al. Nitric Oxide production by chicken macrophages activated by Acemannan, a complex carbohydrate extracted from Aloe vera. International Journal of Immunopharmacology. 17(3): 183-8, 1995 March.



Do Livro Saúde & Beleza Forever, de Mônica Lacombe Camargo
- Edição Esgotada -



 
     

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