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ALOE
VERA

Aloe
barbadensis Miller
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A
Aloe Vera e o Sistema Imunológico
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O
sistema
imune é aquele que responde pela defesa do organismo contra
células ou organismos que lhe são estranhos. Isso
envolve os glóbulos brancos (leucócitos) e plasmas
protéicos especiais (anticorpos).
Dentre
os glóbulos brancos, os linfócitos talvez sejam os
mais importantes. Gerados na Da medula óssea, onde são
gerados, dirigem-se à glândula do timo, onde recebem
novas especificações, e partem para se alojar nas
glândulas linfáticas, cujas maiores concentrações
se encontram no pescoço, axilas, virilhas ou atrás
dos joelhos.
Os
neutrófilos e os macrófagos (vocábulo derivado
do grego, que significa grande
comedor)
também fazem parte dos glóbulos brancos.
Diante
de qualquer elemento estranho, invasor, o sistema imune libera um
exercito de anticorpos, que têm a funções de
cobri-lo com uma substância que o torne mais apetitoso
à fagocitose. As células T chegam, em seguida, liberando
enzimas.
O
processo da fagocitose inicia-se, então, com os macrógafos
liberando uma substância que envolve o elemento alvo
para facilitar que ele seja sugado e aprisionado dentro de uma membrana
no seu interior, onde serão liberadas substâncias oxidantivas
para desintegrar e digerir o prisioneiro.
Muitas
vezes os fagócitos migram para a superfície do corpo
facilitando assim a sua eliminação, como o pus dos
ferimentos, dos furúnculos, dos terçóis etc.
Através do mecanismo de proteção e limpeza
da fagocitose do sistema imune, os elementos invasores e estranhos
ao organismo são neutralizados, destruídos e eliminados.
A
Aloe
vera
faz com que o potencial de ataque, absorção e eliminação
dos fagócitos seja aumentado em até 10 vezes. Na opinião
do Dr.Plaskett, esse ação de estimulo e suporte à
fagocitose é muito mais importantes à saúde
humana e animal do que qualquer outra de suas propriedade, pois
abrange um vasto espectro de variantes funcionais.
Estudos
de 1979 constataram que a Aloe
vera
tornava os ratos muito mais resistentes às bactérias
Klebsiella
pneumonia.
Em
1985 e 1987, a equipe japonesa do Prof. A. Yagi, ao estudar um grupo
de adultos com bronquite asmática, concluiu que os polissacarídeos
e as glicoproteínas da Aloe vera estimulavam os neutrófilos
à fagocitose, mas que a intensidade dos estímulo respondia
à dosagem com que ela era administrada.
Em
1989, pesquisadores holandeses observaram que a Aloe
vera
ativava os leucócitos polimorfonucleares (neutrófilos)
e estimulava a produção de anticorpos específicos
no organismo humano. Nos animais, verificaram que ela ativava mais
especificamente os linfócitos T. No ano seguinte, porém,
concluíram que esse potencial de ação dependia
de seus componentes de baixo peso molecular, como as frações
não glicoprotéicas, não dializáveis,
que inibem o vazamento das substâncias letais do interior
dos fagócitos e aumenta-lhes a eficiência.
Espécies
de oxigênio reativo
são substâncias letais que os fagócitos utilizam
para detonar qualquer coisa que tenham engolido.
Na verdade, elas são moléculas de oxigênio negativamente
ionizado (O2) ou o peróxido de hidrogênio (H2O2), cuja
capacidade de reação química é extremamente
agressiva. Conseqüentemente, enquanto seu raio de ação
for o interior dos fagócitos, sua atuação detonadora
é de uma importância capital ao bom desempenho do sistema
imune. Porém, tão logo ela saia desse território,
vazando para o meio ambiente celular, ela se tornam extremamente
perigosos, pois passam a agir como radicais livres.
Uma
das maiores descobertas sobre Aloe vera foi de que ela inibem o
vazamento das espécies
de oxigênio reativo,
zelando para que se mantenham confinadas dentro dos fagócitos
e não destruam os tecidos e células vizinhas.
O
Processo Inflamatório
Dependendo
da intensidade com que o sistema imune livra o organismo de elementos
estranhos, é normal que apareçam quadros inflamatórios
agudos. Num primeiro estágio, interromper o processo com
a ingestão de antiinflamatórios significa sabotar
os mecanismos de desintoxicação e autocura inerentes
a todos os organismos vivos.
Nas
inflamações crônicas, por outro lado, ao mesmo
tempo em que os fagócitos limpam o meio ambiente, eles provocam
grandes danos devido ao vazamento das espécies de oxigênio
reativo. Enquanto o ciclo vicioso não for interrompido,
os tecidos adjacentes vão sendo destruídos gradativamente.
Tomando
como exemplo da artrite, o que um dia começou como uma inflamação
aguda, altamente produtiva e saudável, se transformou em
atividade extremamente improdutiva e doentia, pois os fagócitos
acabam por perder a capacidade de reterem as substâncias letais
e provocar uma maior destruição. Inicialmente atacam
as cartilagens para, em seguida, atingirem a estrutura óssea.
Como
as moléculas de baixa densidade da Aloe
vera
fortificam os fagócitos, que passam a reter as espécies
de oxigênio reativo
dentro das suas células, pode-se dizer que ela atua de modo
indireto e extremamente gentil, para que o ciclo vicioso da cronicidade
inflamatória seja interrompido. Conseqüentemente, as
células e os tecidos adjacentes são poupados do processo
oxidativo-inflamatório.
A
partir do momento que a Aloe
vera
recebeu a confirmação científica do seu surpreendente
e inigualável poder antiinflamatório, é difícil
acreditar que alguém, em sã consciência, continuará
fazendo vista grossa à devastação que os antiinfla-matórios
sintéticos provocam ao organismo afinamento da pele,
osteoporose; gastrite e úlcera estomacal, lentidão
do processo de cicatrização etc. Além de anti-inflamatória
e imunomoduladora, o potencial analgésico da Aloe
vera
é semelhante ao da aspirina.
A
Aloe vera é capaz de prevenir 72% das artrites adjuvantes
e causar a sua regressão em 22 a 26% dos casos, com uma dosagem
de 150mg/kg por dia,
disse Dr. Robert Davis. Em
um experimento com animais, constatamos que ela é efetiva
na redução de inflamações geradas por
uma infinidade de fatores. Como percentual de inibição,
observamos uma variação entre 76,9% em relação
a gelatina e 22,7% em relação ao dextrano.
Na
avaliação feita sobre a influência da vitamina
C, presente na Aloe, sobre as artrites adjuvantes localizadas, verificamos
que ela ajuda a reduzir os edemas, em 80%, e as dores artríticas,
embora não tenha sido notada variação alguma
sobre a temperatura.
A Aloe vera também mostrou ser capaz de inibir, em até
80%, edemas em animais diabéticos que receberam doses de
10 a 100mg/kg.
Em
outro estudo obtivemos excelentes resultados com a combinação
da Aloe Vera e o acetato de hidrocortisona sobre as áreas
inflamadas. O alto poder de veiculação da Aloe vera
também ficou evidente em relação à vitamina
C, ao triptofano e à fenila-lanina, cujas propriedades se
assemelham aos esteróides.
Compilando
todos os nossos experimentos, concluímos que a Aloe Vera
inibe as inflamações constringindo os vasos capilares,
bloqueando a infiltração dos neutrófilos e
freando a produção de radicais livres de oxigênio.
Os
Polissacarídeos da Aloe Vera
No
fim dos anos 80, as observações feitas sobre o poder
do acemannan uma das frações do gel da Aloe
vera
em aumentar a inter-relação das células
T com os monócitos, levaram às primeiras constatações
do poder de potencialização que ele exerce sobre o
sistema imune.
Um
outro estudo feito com galinhas, verificou que os polissacarídeos
da
Aloe vera
induzem o aumento da produção de óxido nítrico
um outro elemento letal produzido pelos macrófagos
e um conseqüente aumento na eficácia dos fagócitos.
Dentre os inúmeros trabalhos desenvolvidos sobre a fração
do acemannan, talvez os dois mais importantes tenham sido os da
equipe do Dr. Sheets Estudos
dos Efeitos do Acemannan sobre uma Infecção por Retrovírus:
Estabilização Clínica do Vírus Felino
que Afeta os Gatos
e o que foi feito em conjunto entre o Animal Medical Hospital
de Irving, no Texas, e o College Of Veterinary Medicine, do Texas
A&M University, pois o vírus da leucemia felina (FELV-Feline
Leukemia Virus) é um retrovirus. As estatísticas da
leucemia felina, uma das doenças mais letais entre os gatos
domésticos, é de que 40% morrem em menos de quatro
semanas e 70%, em oito semanas. Em ambos os estudos, porém,
os gatos tiveram um alto grau de recuperação e de
sobrevivência.
Dr.
John C. Pittman, diretor clínico do Hipocrates
Health Institute
em West Palm Beach, na Flórida, e especialista em desordens
do sistema imunológico, é um grande estudioso dos
galactomanans (açúcares de cadeias longas) da Aloe
barbadensis Miller
planta que, segundo dizem, apresenta a maior concentração
de manans acetilados nomenclatura científica do acemanan,
o nome patenteado pelos Laboratórios Carringtons dos EUA.
Segundo
o Dr. Pittman, o acemanan é a cadeia de manans mais importante
para a revitalização do sistema gastrointestinal e
imunológico, sistemas que não se pode mais ignorar
serem intrinsecamente interligados.
Segundo
suas observações, a grande maioria das pessoas que
apresentam patologias ligadas à deficiência no sistema
imunológico (a síndrome de fadiga crônica, a
candidase sistêmica, herpes, tuberculose, pneumonia, infecções
ligadas ao suposto vírus HIV ou ao já bem conhecido
vírus Epstein-Barr etc.) também têm alta incidência
de disfunções digestivas, que tanto as fazem sofrer
em conseqüência da má digestão.
Principais
Causas da Má Digestão
A ingestão de alimentos incompatíveis à constituição
ou à condição do organismo.
Falta de nutrientes essenciais ao perfeito desempenho do metabolismo
gastrintestinal.
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Conseqüências
da Má Digestão
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Incapacitado de gerar energia a partir dos alimentos, as células
sofrem de subnutrição e os tecidos de degradam, culminando
na debilidade dos processos metabólicos e disfunção
do corpo.
Com os glóbulos vermelhos afetados, as células passam
a carecer de nutrientes e oxigênio, o metabolismo diminui,
o processo de desintoxicação é desacelerado
e o organismo, a qualquer hora pode gerar um quadro agudo ou entrar
em colapso.
As macromoléculas, resultantes da má digestão,
que chegam aos intestinos são submetidas a processos de putrefação,
fermentação ou oxidação, gerando o alimento
da flora disbiótica e de uma grande variedade de microrganismos
patológicos, parasitas e vermes, e um exército de
radicais livres, cuja conseqüência é a degradação
da mucosa intestinal.
Com a integridade da parede dos intestinos corrompida, o caminho
para a contaminação do sangue está livre e
a responsabilidade da despoluição do organismo passa
a ser exclusivamente do sistema imunológico. Enquanto ele
der conta do recado, a saúde estará garantida. Quando
ele se exaurir...
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Os
Processos de Defesa do Sistema Imunológico
contra os Alimentos Mal Digeridos
|
Diante
das partículas de alimentos mal digeridos, sobretudo as protéicas,
um exército de anticorpos é posto em ação.
Uma vez ligados a essas substâncias, os anticorpos fazem apelo
aos macrófagos e aos monócitos. As células
T, utilizando-se do oxigênio disponível, chegam em
seguida liberando enzimas. Inicia-se, então, a fagocitose,
para que os elementos estranhos sejam digeridos, degradados, descaracterizados,
para então poderem ser eliminados pela linfa.
Ou
Seja...
A
qualidade e a quantidade do que ingerimos como alimento determinam
nossa capacidade de digestão, assimilação e
eliminação.
Toda
e qualquer deficiência gastrintestinal sobrecarrega o sistema
imunológico.
Um sistema imunológico obrigado a permanecer em constante
atividade metabólica torna-se deficiente, enfraquece, se
desgasta, tal qual uma bateria sempre ligada.
Uma vez esgotado, deixar-nos totalmente vulneráveis e impotentes
perante qualquer elemento intruso ou qualquer transgressão
alimentar, por mínima que seja.
Nesse
contexto, o convívio com a má digestão é
uma das principais razões para o enfraquecimento e esgotamento
do sistema imunológico do Ser moderno, cuja conseqüência
pode ser a Síndrome da Fadiga Crônica, a Síndrome
de Crohn, a Síndrome dos Intestinos Irritados ou, até
mesmo, a Síndrome da Imuno Deficiência Adquirida (AIDS)
em seus diversos graus de manifestação.
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Como
Interromper o Ciclo Vicioso e
Revitalizar o Sistema Imunológico
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Adotar
uma higiene alimentar, isto é, uma dieta de alta qualidade
e devidamente compatível com a constituição
e condição do Ser.
Nutrir-se
corretamente, para que o processo digestivo não seja vítima
da subnutrição do organismo incapaz de produzir os
sucos gástricos e as enzimas necessárias à
perfeita decomposição dos alimentos.
Promover,
o quanto antes, a regeneração da mucosa do trato intestinal,
a revitalização do sistema imunológico e, pelo
menos, uma evacuação diária.
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O
Potencial de Ação da Aloe Vera
|
O
gel da Aloe
barbadensis Miller,
ingerido antes e após as refeições, assim como
ao acordar, no fim da manhã, no final da tarde e antes de
deitar-se, funciona como um dos suplementos alimentares mais específicos
para responder a todos esses quesitos. Suplementação
de minerais, seja a nível iônico, através do
Plasma Marinho, ou das algas marinhas, também não
pode ser negligenciada, pois poucas são as disfunções
ou doenças que resistem à sinergia entre esses elementos.
Um
das epidemias mais em voga, e que tão bem exemplifica a inter-relação
do sistema gastrintestinal e imunológico, é a do fungo
da Cândida, que provoca a dilaceração da mucosa
intestinal e conseqüentes reações alérgicas,
erupções cutâneas, corrimento, perturbações
digestivas, excesso de mucos e de gazes, hipoglicemia, síndrome
da fatiga crônica etc., para desespero do sistema
imunológico.
Estudos
laboratoriais, mesmo que baseados em apenas uma das frações
dos polissacarídeos do gel da Aloe
vera,
o acemanan, reconhecem que essa planta tem o potencial de:
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Promover
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o
aumento do número de anticorpos, através das células
B no baço, que ajudam a proteger a medula óssea
da toxidade residual dos agentes poluentes internos (do
trato gastrintestinal) e externos (elementos químicos,
que nos chegam através dos alimentos, medicamentos e
dos produtos de saúde, higiene e beleza). |
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Atuar
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como
um facilitador dos macrófagos à captura de qualquer
proteína estranhas ao organismo alimentos mal
digeridos, vírus, fungos, células mortas ou cancerosas,
moléculas envelhecidas etc. |
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Estimular
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o aumento do número e do desempenho dos macrófagos,
células T assassinas e monócitos. |
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Inibir
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a
presença da flora disbiótica, microrganismos,
vermes, parasitas etc., não apenas no trato gastrintestinal,
mas no organismo em geral. |
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Neutralizar
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as
enzimas e os agentes pró-inflamatórios responsáveis
pela inflamação e danificação a
mucosas gastrintestinal. (Muitos comparam a Aloe vera a um bombeiro
que apaga rapidamente as inflamações,
fazendo desaparecer a sensação de queimação.) |
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Induzir
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a
proliferação da flora intestinal simbiótica,
levando em conta as diferentes colônias que residem nas
distintas áreas do trato gastrintestinal. |
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Estimular
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os
fibroblastos dos quais depende a integridade dos tecidos
o meio ambiente celular. |
Diante
de tantas benesses vindas desse alimento funcional, muitas clínicas
vêm adotando o gel das folhas da Aloe
vera
como agente de potencialização da ação
terapêutica e de neutralização dos efeitos colaterais
da quimioterapia e da radioterapia, pois ativando o sistema imunológico
e dando melhores condições de trabalho ao sistema
linfático, a Aloe
vera
colabora para a rápida varredura das células já
mortas.
Dependendo
do grau de degenerescência alcançado pelo organismo,
sobre tudo nos casos do câncer, recomenda-se cuidados especiais
para não se expor a campos de radiação eletromagnéticos
ou telúricos que intensificam a debilitação
do organismo. Na Alemanha verificou-se que dentre 5000 cancerosos,
92% dormiam sob um cruzamento de linhas de Hartmann, que são
ponto de tensão negativa ainda maior.
Concluindo,
uma das regras fundamentais para a otimização da qualidade
de vida é o fortalecimento e o saneamento do sistema e das
funções gastrintestinais, como prevenção
do desgaste o sistema imunológico, que sempre que posto em
descanso e que esteja devidamente nutrido, tende a se recuperar
com certa rapidez.
Mesmo
em pequena quantidade, isto é, um mínimo 25ml de gel
de Aloe
vera
duas vezes ao dia ao despertar e ao deitar-se, já
é possível sentir seus benefícios. Mas como
ela funciona sob o binômio dose-resposta, em caso de qualquer
disfunção ou doença mais grave, a dose devem
variar entre 30 e 60ml quatro vezes ao dia.
O
suco do gel de
Aloe vera
é para ser primeiramente apreciado como um tônico para
o sistema imune, um depurativo para os intestinos e um agente revitalizante
dos tecidos da pele e das estruturas internas.
Dependendo
do grau de degenerescência em que o organismo se encontra,
sobre tudo nos casos do câncer, o paciente não deve
se expor a campos de radiação eletromagnéticos
ou telúricos, que debilitam o sistema imune. Dentre 5000
casos de câncer, na Alemanha, foi constatado que 92% dos pacientes
dormiam sob um cruzamento de linhas de Hartmann ponto de
tensão das energias telúricas, ou simplesmente eletromagnéticas,
extremamente negativas às células.
A
prevenção contra o desgaste o sistema imune exige
o saneamento diário do sistema gastrintestinal.
É
normal perder o apetite quando se adoece, pois o repouso do sistema
digestivo se reflete no fortalecimento do sistema imune e na intensificação
do processo de autocura. Por isso a prática do jejum é
o método mais antigo e universal de desintoxicação
e fortalecimento do organismo.
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A
História do Dr. David Wheeler
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No
fim do verão de 1994 eu quase morri. Meu sistema imunológico
estava destruído pelos remédios que havia tomado contra
parasitas. Apareceram tumores no meu pescoço e sangue nas
fezes. A artrite era extremamente dolorosa. Estava infestado pela
Cândida. O processo de digestão e de eliminação
estava em péssimo estado. Eu vivia exausto. Eu me sentia
entre a vida e a morte sem quase poder me levantar mais da cama.
Foi
quando descobri a Aloe
vera
a Costa Rica, com a qual hoje trabalho. Os resultados manifestaram-se
desde a primeira dose. Em poucos dias eu já estava nadando
com meus filhos. Todos os meus sintomas haviam diminuído
pelo menos 80%. Inicialmente tomei uma dosagem terapêutica
que foi num crescente durante seis semanas, para depois decrescer
gradativamente durante quatro meses, até atingir a dose mínima
de manutenção diária. Eu me recuperei totalmente
e voltei a trabalhar 60hs/semana.
A
partir de então tenho estudado a recuperação
do sistema imunológico através de suplementos alimentares
e tornou-se óbvio para mim que programas de suplementação
alimentar são muito mais efetivos do que se ingerirmos um
ou apenas alguns suplementos em vez de fazer o programa completo.
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Texto
escrito por Mônica Lacombe Camargo
Difusão Auto-Ecologia
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